terça-feira, 9 de abril de 2013


Falando de Caboclos




Caboclo é um Mistério na Umbanda, uma linha de trabalho, uma falange, um grau, o identificador de entidades que trabalham nesta vibração que está ligada ao Orixá Oxossi, o Orixá das Matas.

Existem caboclos de todos os Orixás e todos têm algo em comum que os identificam como tal presentes em sua forma de apresentação.

Nossa essência, nosso, espírito, não têm cor, nem raça. Muitos podem entender o que isto quer dizer, mas viver assim só é possível para aqueles que já se desapegaram da matéria e de sua individualidade, não vivem ou trabalham apenas para si e sim para o todo.

Assim são os Caboclos. Poderíamos escrever páginas e páginas falando sobre o Caboclo na Umbanda, mas, talvez o mais importante, é que eles não sejam subestimados, pois apenas uma coisa é certeza: Embora não pareça, todos eles são muito mais que caboclos. Fato que apenas não é visível ao leigo, pois como caboclos, foi apenas a forma que eles escolheram para se manifestar.

Folclore: Gustavo Barroso (Ao som da Viola, Rio de Janeiro, 1921) fixou o “Ciclo dos Caboclos” (403-419) com documentário poético e anedotal. O caboclo no folclore brasileiro é o tipo imbecil, crédulo, perdendo todas as apostas e sendo incapaz de uma resposta feliz ou de um ato louvável.

Gustavo Barroso lembra que essa literatura humilhante é toda de origem branca, destinada a justificar a subalternidade do caboclo e o tratamento humilhante que lhe davam.

Devíamos escrever Caboco, como todos pronunciam no Brasil, e não Caboclo, convencional e meramente letrado. Caboco vem de Caá, Mato, Monte, Selva; e Boc, Retirado, Saído, Provindo, Oriundo do Mato, exata e fiel imagem da impressão popular, valendo o nativo, o indígena, caboco´bravo, o roceiro, o matuto´bruto, chaboqueiro, bronco, creduo, mas, vez por outra, astuto, finório, disfarçado, zombeteiro. Cabôco, e a pronuncia nacional, mesmo para os letrados que escrevem “caboclo”, Caá-Boc, tirado ou procedente do mato, registra Mestre Thedóro Sampaio.

Depois de toda esta explicação de Câmara Cascudo, fica claro o que quer dizer a figura do caboclo em nossa cultura.

Com a dizimação do índio em nosso convívio, o tempo vai dissociando sua imagem da palavra, e cada vez mais o vocábulo caboclo vai se tornando na figura de linguagem um homem simples.

Os espíritos que militam na Umbanda, se dividem em falanges ou povos, sejam de caboclos ou de pretos-velhos, baianos, boiadeiros, marinheiros, crianças, ciganos, exu e pomba-gira.

Vemos uma identificação despersonalizada de ego que caracteriza aqueles que estão acima da identidade individual, ou seja, as entidades na maioria das vezes não usam seus nomes de batismo, estando aquém de qualquer identificação, transcenderam a individualidade.

São muitos espíritos que usam o mesmo nome como: Pena Branca, Pena Verde, Pena Roxa, Pena Vermelha, Pena Dourada, Flexa Branca, Folha Branca, Sete Flexas, Sete Penas, Sete Folhas, Sete Montanhas, Ventania, Rompe Mato, Urubatão, Ubirajara, Aimoré, Tupinambá, e outros.

Chegamos até a encontrar num mesmo terreiros dois ou mais caboclos que usam o mesmo nome, pois não é seu nome como indivíduo, e sim, um nome que identifica seu trabalho e a força que o rege.

Por exemplo, Pena Branca é de Oxossi e Oxalá; Pena Dourada é de Oxossi e Oxum; Sete Montanhas de Xangô; Ubirajara de Oxossi e Ogum, etc.(1)

SONORIDADE DOS CABOCLOS

É possível falar-nos sobre a magia das cantigas e sonoridades dos caboclos da Umbanda, descendente do magismo tribal mais antigo do planeta?

A estreiteza de opinião oriunda do desconhecimento, aliado ao preconceito, favorece as “superioridades” doutrinárias e as interpretações sectárias.

Os fundamentos dos mantras e seus efeitos curativos (vocalização de palavras mágicas) fazem parte dos ritmos cósmicos desde os primórdios de vossa civilização. Os vocábulos pronunciados, acompanhados do sopro e das baforadas, movimentam partículas e moléculas do éter circundante do consulente, impactam os corpos astral e etérico, expandindo a aura e realizando a desagregação de fluidos densos, miasmas, placas, vibriões e outras negatividades.

Assim como as muralhas de Jericó tombaram ao som das trombetas de Josué, os cânticos, tambores e chocalhos dos caboclos desintegram poderosos campos de força magnetizados no Astral, bem como o som do diapasão faz evaporar a água.

Os infra e ultra-sons do Logos, o Verbo sagrado, deram origem ao Universos e compõem a tríade divina: som, luz e movimento.

Como o macrocosmo está no microcosmo, e vice-versa, se pronunciardes determinadas palavras contra um objeto ou ponto focal no Espaço, mentalizando a ação que esse som simboliza, será potencializada a intenção pelo mediunismo do caboclo manifestado no médium, e energias correspondentes serão movimentadas. Ao mesmo tempo, cada chacra é uma antena viva dessas vibrações que repercutirão nas glândulas e nos órgãos fisiológicos,alterando os núcleos mórbidos que causam as doenças, advindo as”notáveis” curas praticadas na Umbanda.

É comum religiosos e exímios expositores de outras doutrinas acorrerem a ela,sorrateiramente, às escondidas, com os filhos ou eles mesmos adoentados, ditos incuráveis pela medicina materialista, tendo sua saúde reinstalada, para depois nunca mais adentrarem um terreiro. A todos o manto da caridade dá alento, sem distinguir a fé fragmentada de cada um.(2)

Okê Cabclo, Salve Oxóssi!


MIKAEL
Um Guerreiro da Luz é aquele que porta a Espada da Virtude
e o Escudo da Verdade.
Traz em sua alma a Vontade de servir à humanidade,
em sua mente a Sabedoria de suas lutas, em sua índole a honra da justiça e em seu coração o amor
para realizar sua árdua missão.
Sua primeira grande batalha é contra si mesmo, precisa combater as suas próprias sombras e medos. Precisa ultrapassar as “Fronteiras do Nada” e resgatar a aliança com seu Pai Celestial. Busca em seus caminhos, por entre atalhos perigosos, a sabedoria de vida e a consciência de seus erros e acertos. Luta contra seu ego e sua vitória está em superar seu egoísmo e sua vaidade.
Sua segunda grande batalha é superar a incompreensão que lhe cerca e a solidão de ser um Guerreiro da Luz. Chamado de louco, sonhador e alienado, este guerreiro segue sua jornada acreditando em sua Lenda Pessoal. Tem como cúmplice a sua Verdade e faz dela a força de Sua Vontade. Sua Ação é do Bem acima de tudo, mas não há de deixar passar o Senhor das Trevas pelos Portais que defende.
Suas lutas interiores é que fazem dele uma Grande Alma e lhe dão sua importância cosmogônica.
Sua Magia é a do Amor e a da cura e suas armas são as da Justiça e a da Verdade.
Assim ele segue, por entre Sombras e Luzes até que conquiste sua última vitória e transcenda aos Portais Daquele que o criou. 

Foto: Preto velho rei do congo que nos livra do perigo,hoje vive nas alturas mais esta sempre comigo.preto velho rei do congo risca o ponto no terreiro vem curar sem por a mão.vem preto velho vem meu mensageiro,vem em nome de OXALÁ proteger nosso terreiro ,

FUMO E ÁLCOOL

Questão que gera inúmeras controvérsias na Umbanda é o fato dos guias e entidades que se manifestam através de seus médiuns utilizarem-se do fumo e de bebidas durante os Rituais e Giras. As Entidades e Guias da Umbanda utilizam-se dos elementos que compõem o álcool e o fumo para realizarem seus trabalhos de limpeza e purificação, tanto do consulente, como de ambientes.

O álcool, em sua essência, é líquido proveniente da cana-de-açúcar, volátil, similar ao éter, elementos que facilmente transcendem do plano material para o etéreo. São ótimos para desfazer energias negativas e promover a limpeza espiritual.

Já o fumo é vegetal e traz em si o elemento Terra e Água em sua composição e os elementos Ar e Fogo quando utilizado na defumação. Une, portanto, os quatro elementos básicos da Natureza nos trabalhos magísticos. É um meio de descarrego,
agindo sobre os chacras dos consulentes, destruindo os campos magnéticos negativos.

Ambos devem ser usados com equilíbrio e apenas para os trabalhos.

Editores
Umbanda, eu curto!




domingo, 7 de abril de 2013


O PASSE AO LONGO DA HISTÓRIA 


O passe não surgiu com o Espiritismo, não é uma criação da Doutrina Espírita.Esse meio de socorrer os enfermos do corpo e da lama já era conhecido e empregado na Antiguidade.Jesus o utilizou, "impondo as mãos" sobre os enfermos e os perturbados espiritualmente, para beneficiá-los. E ensinou essa prática aos seus discípulos e apóstolos, que também a empregaram, largamente, como vemos em "Atos dos Apóstolos".Ao longo dos tempos, o passe continuou a ser usado, sob várias denominações e formas, em todo o mundo, ligado ou não a práticas religiosas.No século anterior a Kardec, tudo o que então se conhecia sobre fluidos e como empregá-los estava consubstanciado no Magnetismo, de que o médico austríaco Franz Anton Mesmer foi o grande expoente, beneficiando muitos enfermos. Mas havia, ainda, muita ignorância sobre o que fossem os fluidos e a forma de sua transmissão.A codificação da Doutrina dos Espíritos, por Allan Kardec, permitiu entendermos melhor o processo pelo qual o ser humano influencia e é influenciado fluidicamente, tanto no plano material como no espiritual.Na atualidade, o passe continua a ser empregado por outras religiões, que o apresentam sob nomes e aparências diversas (benção, unção, johrei, benzedura). Pessoas sem qualquer relação com movimentos religiosos também o empregam.
É no meio espírita, porém, que o passe é mais bem compreendido, mais largamente difundido e utilizado. Nele, o passe que Jesus ensinou e exemplificou veio a se tornar uma das principais práticas de ação fluídica. Nada mais natural, pois o Espiritismo é a revivescência do puro Cristianismo.
O PASSE AO LONGO DA HISTÓRIA  

O passe não surgiu com o Espiritismo, não é uma criação da Doutrina Espírita.Esse meio de socorrer os enfermos do corpo e da lama já era conhecido e empregado na Antiguidade.Jesus o utilizou, "impondo as mãos" sobre os enfermos e os perturbados espiritualmente, para beneficiá-los. E ensinou essa prática aos seus discípulos e apóstolos, que também a empregaram, largamente, como vemos em "Atos dos Apóstolos".Ao longo dos tempos, o passe continuou a ser usado, sob várias denominações e formas, em todo o mundo, ligado ou não a práticas religiosas.No século anterior a Kardec, tudo o que então se conhecia sobre fluidos e como empregá-los estava consubstanciado no Magnetismo, de que o médico austríaco Franz Anton Mesmer foi o grande expoente, beneficiando muitos enfermos. Mas havia, ainda, muita ignorância sobre o que fossem os fluidos e a forma de sua transmissão.A codificação da Doutrina dos Espíritos, por Allan Kardec, permitiu entendermos melhor o processo pelo qual o ser humano influencia e é influenciado fluidicamente, tanto no plano material como no espiritual.Na atualidade, o passe continua a ser empregado por outras religiões, que o apresentam sob nomes e aparências diversas (benção, unção, johrei, benzedura). Pessoas sem qualquer relação com movimentos religiosos também o empregam.
É no meio espírita, porém, que o passe é mais bem compreendido, mais largamente difundido e utilizado. Nele, o passe que Jesus ensinou e exemplificou veio a se tornar uma das principais práticas de ação fluídica. Nada mais natural, pois o Espiritismo é a revivescência do puro Cristianismo.

A Energia Sexual

Procuramos incansavelmente uma vibração chamada AMOR, focalizando essa busca muitas vezes na manifestação da nossa sexualidade.
Dentro desse aspecto a nossa humanidade foi drasticamente “marcada” por falsos conceitos sobre a verdadeira origem e poder da energia sexual.
Mais uma vez fomos manipulados, de um lado, por interesses fanáticos que nos incutiram culturalmente as idéias de pecado, vergonha e culpa a respeito do sexo e de outro, por “postulados” que, visando uma suposta libertação nesse aspecto, levaram muitas pessoas a acreditar que com o uso e abuso do sexo poderiam alcançar os “céus”.
Tanto uma como a outra destas duas “posturas” foram sustentadas com o intuito de manipular essa “preciosa” força criadora e curadora que chamamos de energia sexual, nos afastando mais uma vez da nossa essência divina.

Hoje devido às mudanças energéticas e freqüenciais que o planeta vem sofrendo, estamos sendo, mesmo que inconscientemente, “empurrados” a mudar nosso foco de entendimento a respeito destes assuntos para poder dessa forma nos alinhar com essas grandes transformações.
Para isso a nossa energia sexual precisa ser trabalhada e curada.
Vejamos como ela funciona.
Desde o ponto de vista físico, quando fazemos uso dessa energia durante o ato sexual, estamos interagindo com nosso sistema glandular que responde liberando uma série de substâncias e hormônios. Algumas dessas substâncias são mantidas e absorvidas pelo organismo enquanto outras são direcionadas “para fora” a exemplo do sêmen que é usado para a fecundação.
No momento que interagimos com este sistema, estamos também acionando as energias e cargas contidas em nossos chakras, que durante o ato sexual sofrem importantes mudanças e passam a criar uma série de pontes sutis entre ambas das partes, permitindo a troca energética entre as mesmas.
Quando se tem uma experiência sexual e os chakras não estão alinhados e “limpos”, a mesma torna-se energeticamente desgastante pelo mau direcionamento da energia e pela contaminação de elementais negativos de ambas das partes.
O chakra básico e sexual são os centros de maior interação numa relação sexual deste tipo e também os que mais sofrem com as cargas negativas que absorvemos durante as mesmas. Lembrando também que quando interagimos apenas com estes dois chakras estamos ativando só duas das doze fitas do nosso DNA original.

Hoje grande parte da humanidade pratica sexo sem consciência, muitas vezes usando drogas e bebendo álcool, camuflando suas inseguranças, medos abrindo dessa forma portais para energias densas e umbralinas que se alimentam dessas experiências.
Quando o homem busca se relacionar sexualmente com sua parceira apenas para descontração, divertimento ou para se libertar do estresse, passa a “contaminar” energeticamente a mulher que é a receptora, podendo a mesma sofrer as conseqüências disso no nível físico, apresentando distúrbios ou desequilíbrios no seu aparelho reprodutor. Estes distúrbios podem ir desde um simples “corrimento” até um câncer.
Sem falar logicamente nas doenças sexualmente transmissíveis, drama da nossa atual sociedade. Mais não é só a mulher que “sofre” essas conseqüências, ela também pode seriamente interferir negativamente na energia de seu parceiro, apenas ela por ser “receptora” sofre mais as conseqüências.

A energia sexual trabalhada individualmente possui importantes propriedades curativas e criativas, que se manifestam basicamente na energia kundaline a qual representa a “materialização” da mesma.
A energia kundaline existe em todos os aspectos do ser não apenas no nível físico e biológico e sim em todo seu sistema de corpos, mudando apenas o aspecto energético e freqüencial da mesma.
O nosso planeta está formatado por essa energia com o intuito de preservar seus aspectos crísticos de uma Mãe Universal. Passando a ser um importante foco de transmutação das cargas deturpadas pelas almas humanas e de outras origens galácticas que estão dentro do seu campo magnético e conscencial desde tempos imemoriáveis.
Para isso o Planeta aciona sua própria energia crística que “corre” pelas veias energéticas de Gaia.
Gaia é um poderoso Elohim que após ter cumprido várias etapas de seu ciclo ascensional e evolutivo, “veio”, como parte de seu processo e missão: tomar conta do nosso planeta.
A energia kundaline, e acoplada ao aspecto mais físico, possui a capacidade de materializar as energias espirituais que são administradas pelo Eu Sou a nível monádico para formatar os diferentes corpos e a própria Alma. Ou seja, ela manifesta seu poder criativo, acoplando o poder de Ain Soph e Shekinah que pelos ensinamentos kabalísticos representam à manifestação do aspecto Masculino e Feminino da Criação. A sua cor dentro destes campos mais físicos é laranja vulcânico. Lembrando que a energia sexual em si é neutra e como tal pode ser usada positivamente no amor e cura ou negativamente na magia negra e/ou deturpação vibracional de alguém.

Para alcançar a cura em níveis mais profundos, devemos procurar alinhar nossa energia sexual e kundaline com a própria mãe Terra, permitindo que a mesma seja limpa de elementais negativos e cargas bloqueadoras na forma de implantes, que desviam seu fluxo servindo de alimento a consciências deturpadas e negativas. Dessa forma o ser passa a se libertar da pesada carga cármica da alma no que se refere aos elementais de culpa acoplados e formatados nas diferentes encarnações, onde muitas vezes nos envolvemos com rituais magísticos nos quais se usavam essas energias ou quando simplesmente praticávamos o ato sexual luxuriosamente.

O sexo é um evento cósmico e não eventual ou local, pois traz consigo a contínua ligação com o pulsar da energia criadora.
A sua prática atrai um sem fim de energias sutis que vão depender do aspecto vibracional das partes envolvidas.
Devemos manter nossa freqüência sempre elevada para atrair as almas que vibrem de maneira semelhante. Dessa forma poderemos elevar essa energia além dos chakras inferiores, praticando sexo ciente do seu verdadeiro poder e despertando para uma nova concepção sobre sexualidade.

Quando existe a verdadeira união entre duas almas, todas as células e partículas dos corpos se alinham ativando um poderoso campo eletromagnético que leva ambas das partes a experienciar um perfeito equilíbrio energético.
Quando o ser chega a este estado não mais precisa do “toque”, pois é criada uma verdadeira malha amorosa na qual os corpos se entrelaçam, compartilhando e se elevando sutilmente para outras dimensões.
Nesse instante o olhar nos olhos do outro ativa a conexão direta com o coração e essência da alma. Conhecemos assim a nossa Divindade.

Lembrem! o sexo é um dos aspectos mais íntimos das nossas vidas. Quando praticado dentro do amor, é maravilhoso e nos permite tanto a exploração individual como a conexão com o outro, numa verdadeira fusão das nossas intimidades, porém mantendo a soberania, liberdade, sem manipulação, sentimento de posse ou ciúme.
Conforme a mudança da nossa consciência e freqüência assim serão os parceiros que encontraremos, tendo em vista que, SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE.
Devemos cuidar muito bem com quem nos relacionamos, pois, mesmo que estejamos passando por uma etapa onde foi estipulado o encontro com nossas “almas gêmeas” ou parcelas divinas, como uma medida de suporte para nossa ascensão, de nada vale esse encontro se não for transmutado grande parte dos aspectos negativos da nossa existência, pois dessa forma apenas estaremos “encontrando” as parcelas que estejam no mesmo patamar freqüêncial e vibracional.
Reflitam sobre isso, pois essa lei Universal no que se refere ao magnetismo humano é muito importante e fundamenta grande parte do nosso entendimento dentro deste processo.
Dessa maneira procuremos não misturar as nossas energias, apenas escolhendo um companheiro ou companheira que se encaixe melhor a nosso momento e pelo qual tenhamos um sentimento verdadeiro não só de atração, mais também fraterno, alimentando assim o relacionamento de sentimentos puros onde estaremos promovendo uma troca e aprendizado e não um relacionamento de dívidas cármicas, de cobranças de lutas de poder ou de vampirização energética como comumente vivenciamos.
Sexualidade é um sentimento, dessa forma não poderemos acessar o “êxtase” num relacionamento sem o mesmo.
O sexo com consciência é o ato final de algo especial, espontâneo e ao mesmo tempo planejado, pensado e desejado.
Na sua espontaneidade contém toda a expressão ritualística do seu elemento fundamental: o AMOR.
A prática da nossa sexualidade dentro destes parâmetros abre os portais para as esferas estelares e núcleos galácticos, criando, expandindo e levando a um ser a um estado de autocura integral.
Transformemos assim nossos relacionamentos mais íntimos para uma “aventura” de união, amor e consciência, baseados num equilíbrio perfeito entre os aspectos espirituais e físicos, aprofundando nosso ser no auto-conhecimento concreto da essência criativa e Consciência Divina.

Texto de Carina Grecco

A Energia Sexual


Procuramos incansavelmente uma vibração chamada AMOR, focalizando essa busca muitas vezes na manifestação da nossa sexualidade.
Dentro desse aspecto a nossa humanidade foi drasticamente “marcada” por falsos conceitos sobre a verdadeira origem e poder da energia sexual.
Mais uma vez fomos manipulados, de um lado, por interesses fanáticos que nos incutiram culturalmente as idéias de pecado, vergonha e culpa a respeito do sexo e de outro, por “postulados” que, visando uma suposta libertação nesse aspecto, levaram muitas pessoas a acreditar que com o uso e abuso do sexo poderiam alcançar os “céus”.
Tanto uma como a outra destas duas “posturas” foram sustentadas com o intuito de manipular essa “preciosa” força criadora e curadora que chamamos de energia sexual, nos afastando mais uma vez da nossa essência divina.

Hoje devido às mudanças energéticas e freqüenciais que o planeta vem sofrendo, estamos sendo, mesmo que inconscientemente, “empurrados” a mudar nosso foco de entendimento a respeito destes assuntos para poder dessa forma nos alinhar com essas grandes transformações.
Para isso a nossa energia sexual precisa ser trabalhada e curada.
Vejamos como ela funciona.
Desde o ponto de vista físico, quando fazemos uso dessa energia durante o ato sexual, estamos interagindo com nosso sistema glandular que responde liberando uma série de substâncias e hormônios. Algumas dessas substâncias são mantidas e absorvidas pelo organismo enquanto outras são direcionadas “para fora” a exemplo do sêmen que é usado para a fecundação.
No momento que interagimos com este sistema, estamos também acionando as energias e cargas contidas em nossos chakras, que durante o ato sexual sofrem importantes mudanças e passam a criar uma série de pontes sutis entre ambas das partes, permitindo a troca energética entre as mesmas.
Quando se tem uma experiência sexual e os chakras não estão alinhados e “limpos”, a mesma torna-se energeticamente desgastante pelo mau direcionamento da energia e pela contaminação de elementais negativos de ambas das partes.
O chakra básico e sexual são os centros de maior interação numa relação sexual deste tipo e também os que mais sofrem com as cargas negativas que absorvemos durante as mesmas. Lembrando também que quando interagimos apenas com estes dois chakras estamos ativando só duas das doze fitas do nosso DNA original.

Hoje grande parte da humanidade pratica sexo sem consciência, muitas vezes usando drogas e bebendo álcool, camuflando suas inseguranças, medos abrindo dessa forma portais para energias densas e umbralinas que se alimentam dessas experiências.
Quando o homem busca se relacionar sexualmente com sua parceira apenas para descontração, divertimento ou para se libertar do estresse, passa a “contaminar” energeticamente a mulher que é a receptora, podendo a mesma sofrer as conseqüências disso no nível físico, apresentando distúrbios ou desequilíbrios no seu aparelho reprodutor. Estes distúrbios podem ir desde um simples “corrimento” até um câncer.
Sem falar logicamente nas doenças sexualmente transmissíveis, drama da nossa atual sociedade. Mais não é só a mulher que “sofre” essas conseqüências, ela também pode seriamente interferir negativamente na energia de seu parceiro, apenas ela por ser “receptora” sofre mais as conseqüências.

A energia sexual trabalhada individualmente possui importantes propriedades curativas e criativas, que se manifestam basicamente na energia kundaline a qual representa a “materialização” da mesma.
A energia kundaline existe em todos os aspectos do ser não apenas no nível físico e biológico e sim em todo seu sistema de corpos, mudando apenas o aspecto energético e freqüencial da mesma.
O nosso planeta está formatado por essa energia com o intuito de preservar seus aspectos crísticos de uma Mãe Universal. Passando a ser um importante foco de transmutação das cargas deturpadas pelas almas humanas e de outras origens galácticas que estão dentro do seu campo magnético e conscencial desde tempos imemoriáveis.
Para isso o Planeta aciona sua própria energia crística que “corre” pelas veias energéticas de Gaia.
Gaia é um poderoso Elohim que após ter cumprido várias etapas de seu ciclo ascensional e evolutivo, “veio”, como parte de seu processo e missão: tomar conta do nosso planeta.
A energia kundaline, e acoplada ao aspecto mais físico, possui a capacidade de materializar as energias espirituais que são administradas pelo Eu Sou a nível monádico para formatar os diferentes corpos e a própria Alma. Ou seja, ela manifesta seu poder criativo, acoplando o poder de Ain Soph e Shekinah que pelos ensinamentos kabalísticos representam à manifestação do aspecto Masculino e Feminino da Criação. A sua cor dentro destes campos mais físicos é laranja vulcânico. Lembrando que a energia sexual em si é neutra e como tal pode ser usada positivamente no amor e cura ou negativamente na magia negra e/ou deturpação vibracional de alguém.

Para alcançar a cura em níveis mais profundos, devemos procurar alinhar nossa energia sexual e kundaline com a própria mãe Terra, permitindo que a mesma seja limpa de elementais negativos e cargas bloqueadoras na forma de implantes, que desviam seu fluxo servindo de alimento a consciências deturpadas e negativas. Dessa forma o ser passa a se libertar da pesada carga cármica da alma no que se refere aos elementais de culpa acoplados e formatados nas diferentes encarnações, onde muitas vezes nos envolvemos com rituais magísticos nos quais se usavam essas energias ou quando simplesmente praticávamos o ato sexual luxuriosamente.

O sexo é um evento cósmico e não eventual ou local, pois traz consigo a contínua ligação com o pulsar da energia criadora.
A sua prática atrai um sem fim de energias sutis que vão depender do aspecto vibracional das partes envolvidas.
Devemos manter nossa freqüência sempre elevada para atrair as almas que vibrem de maneira semelhante. Dessa forma poderemos elevar essa energia além dos chakras inferiores, praticando sexo ciente do seu verdadeiro poder e despertando para uma nova concepção sobre sexualidade.

Quando existe a verdadeira união entre duas almas, todas as células e partículas dos corpos se alinham ativando um poderoso campo eletromagnético que leva ambas das partes a experienciar um perfeito equilíbrio energético.
Quando o ser chega a este estado não mais precisa do “toque”, pois é criada uma verdadeira malha amorosa na qual os corpos se entrelaçam, compartilhando e se elevando sutilmente para outras dimensões.
Nesse instante o olhar nos olhos do outro ativa a conexão direta com o coração e essência da alma. Conhecemos assim a nossa Divindade.

Lembrem! o sexo é um dos aspectos mais íntimos das nossas vidas. Quando praticado dentro do amor, é maravilhoso e nos permite tanto a exploração individual como a conexão com o outro, numa verdadeira fusão das nossas intimidades, porém mantendo a soberania, liberdade, sem manipulação, sentimento de posse ou ciúme.
Conforme a mudança da nossa consciência e freqüência assim serão os parceiros que encontraremos, tendo em vista que, SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE.
Devemos cuidar muito bem com quem nos relacionamos, pois, mesmo que estejamos passando por uma etapa onde foi estipulado o encontro com nossas “almas gêmeas” ou parcelas divinas, como uma medida de suporte para nossa ascensão, de nada vale esse encontro se não for transmutado grande parte dos aspectos negativos da nossa existência, pois dessa forma apenas estaremos “encontrando” as parcelas que estejam no mesmo patamar freqüêncial e vibracional.
Reflitam sobre isso, pois essa lei Universal no que se refere ao magnetismo humano é muito importante e fundamenta grande parte do nosso entendimento dentro deste processo.
Dessa maneira procuremos não misturar as nossas energias, apenas escolhendo um companheiro ou companheira que se encaixe melhor a nosso momento e pelo qual tenhamos um sentimento verdadeiro não só de atração, mais também fraterno, alimentando assim o relacionamento de sentimentos puros onde estaremos promovendo uma troca e aprendizado e não um relacionamento de dívidas cármicas, de cobranças de lutas de poder ou de vampirização energética como comumente vivenciamos.
Sexualidade é um sentimento, dessa forma não poderemos acessar o “êxtase” num relacionamento sem o mesmo.
O sexo com consciência é o ato final de algo especial, espontâneo e ao mesmo tempo planejado, pensado e desejado.
Na sua espontaneidade contém toda a expressão ritualística do seu elemento fundamental: o AMOR.
A prática da nossa sexualidade dentro destes parâmetros abre os portais para as esferas estelares e núcleos galácticos, criando, expandindo e levando a um ser a um estado de autocura integral.
Transformemos assim nossos relacionamentos mais íntimos para uma “aventura” de união, amor e consciência, baseados num equilíbrio perfeito entre os aspectos espirituais e físicos, aprofundando nosso ser no auto-conhecimento concreto da essência criativa e Consciência Divina.

Texto de Carina Grecco