quarta-feira, 29 de maio de 2013

As oferendas

O que são? As oferendas são atos magísticos-religiosos e os assentamentos são concentrações de forças e poderes magísticos dentro de um espaço limitado.

As oferendas podem ter várias finalidades, tais como:

1) Oferenda de agradecimento;
2) Oferenda de pedido de ajuda;
3) Oferenda de desmagiamento negativo;
4) Oferenda de descarrego;
5) Oferenda propiciatória;
6) Oferenda purificadora
7) Oferenda ritual de firmeza de forças na natureza; Oferenda ritual de assentamento de forças e poderes espirituais e dignos.

Algumas delas:

1) Oferenda de agradecimento.

Esta oferenda é feita em função do auxílio já recebido. Muitas vezes estamos envoltos em dificuldades de tal importância que nos ajoelhamos e ali, em nossa fé, invocamos Deus e algum dos seus mistérios ou divindades e pedimos-lhes que nos ajudem, que depois lhes ofertaremos algo em agradecimento. Uns fazem promessas; outros prometem uma oferenda na natureza; outros prometem dar algum auxílio aos necessitados, etc. Quando são promessas, seu cumprimento é uma questão de foro íntimo e, após cumpri-las, as pessoas sentem-se melhor e em paz com Deus e com a divindade invocada. Quando são oferendas, a pessoa que as prometeu deverá fazê-las, pois também se sentirá melhor, e com a grata sensação do dever cumprido. Em ambos os casos, o não-cumprimento do que foi prometido acarretará cobranças conscientes que, a longo prazo, acarretarão transtornos a quem prometeu e não cumpriu. Saibam que Deus e suas divindades são oniscientes e, por saberem as causas dos nossos desequilíbrios e das nossas dificuldades exigem de nós atitudes que nos reequilibrem e nos livrem das nossas dificuldades. Portanto, cumprir o que foi prometido não é dar ou fazer algo por Ele e elas, mas é fazermos algo para e por nós mesmos. Deus e as divindades não comem, mas, ao lhes ofertarmos uma “ceia ritual” estamos compartilhando nosso sucesso e nossa vitória, atribuindo-lhes o apoio para que elas acontecessem. Ali, no momento de “comemoração”, estamos dizendo de forma simbólica que sem o seu auxílio e delas não teríamos tido sucesso; estamos agradecendo-lhes; e estamos dando prova de nossa fé em seus poderes, reverenciando-os com o que lhes prometemos.

2) Oferenda de pedido de ajuda.

Esta oferenda vai desde uma vela acesa em um castiçal, pedestal ou altar até a ida a um ponto de forças da natureza, onde abrimos um espaço mágico e depositamos dentro dele os elementos mais afins com as forças e os poderes que serão invocados. Esse tipo de oferenda é muito comum entre os umbandistas que, por terem muitas forças e poderes à disposição, Ás vezes a fazem para mais de uma divindade, para obterem mais rápido a ajuda solicitada. Ela é em si um ato de fé no poder de realização das forças e dos poderes das entidades de Umbanda Sagrada. • Forças são espíritos hierarquizados. • Poderes são as divindades de Deus. As forças estão assentadas nos pontos de forças da natureza e estão à nossa direitas e à nossa esquerda. Os poderes estão assentados no alto e, nos pontos de forças da natureza, quando invocados ficam de frente para nós ouvindo e anotando mentalmente os nossos pedidos que, se forem justos e do nosso merecimento, com certeza serão realizados a nosso favor e benefício. Esse ato mágico encerra-se em si mesmo e a pessoa que o fez, só precisa aguardar.

3) Oferenda de desmagiamento negativo.

Esta oferenda deve ser feita sempre que estivermos magiados por trabalhos pesados, difíceis de serem desmanchados e anulados dentro do centro de Umbanda. Há trabalhos de magia negativa que são fáceis de ser cortados, desmanchados e anulados. Mas há outros de tal monta que, se forem mexidos, desencadeiam reatividades incontroláveis. Nesses casos, a ação recomendada é a pessoa magiada ir até a natureza e, dentro de um ponto de forças, invocar alguma(s) força espiritual ou algum(s) poder divino e confiar-lhe a neutralização e a anulação dessas magias complicadíssimas e muito perigosas. Na natureza, a força ou o poder invocado cria um campo neutralizador ao redor da magia negativa, isolando-a e envolvendo-a de tal forma que, caso aconteçam reatividades, são contidas e neutralizadas dentro do próprio campo que as envolvem. Não são poucos os médiuns ainda inexperientes ou os guias espirituais iniciantes que, no afã de ajudarem as pessoas magiadas, acabam desencadeando essas reatividades e complicando-se de tal forma que são obrigados a irem até a natureza e fazerem uma oferenda descarregadora para se livrarem dos efeitos negativos acarretados. Muitos guias espirituais e médiuns já tarimbados recomendam à pessoa magiada que ela vá direto ao ponto de forças e poderes da natureza e ali, dentro dele, faça a oferenda e invoque uma força espiritual ou um poder divino para que se tome conta da magia negativa, neutralizem-na e a desmanchem. Isso é correto, pois a explosão de uma reatividade muito intensa dentro de um centro pode afetar seus campos protetores de dentro para fora, fato este que abre buracos nele, pelos quais começam a entrar hordas de espíritos perturbadores. Há centros de Umbanda cujos campos protetores estão totalmente esburacados e seu interior é “pesadíssimo”.

4) Oferenda de descarrego.

Esta oferenda deve ser feita nos pontos de forças e de poderes da natureza para que ali aconteçam os mais variados tipos de descarregos, que vão desde espíritos desequilibrados até quebrantos e mau olhado. O descarrego não se refere só aos que projetam contra nos mental ou magisticamente, mas pode ser usado para nos livrar do que atraímos com pensamentos de baixa qualidade. Quando estamos vibrando em nosso íntimo sentimentos negativos e nossos pensamentos tornam-se confusos, nosso magnetismo mental se negativa e baixamos nossas vibrações, imediatamente começamos a nos ligar por finíssimos cordões com espíritos desequilibrados, também vítimas dos seus sentimentos negativos. Essas ligações acontecem devido à lei das afinidades, que nos ensina que semelhantes se atraem. Uma pessoa que estiver vibrando negativamente se ligará automaticamente a outras e a espíritos com o mesmo padrão vibratório. E isto só a enfraquece ainda mais porque passa a fazer parte de uma imensa rede de mentais interligados pela baixa qualidade dos seus sentimentos. È impossível transportar para dentro de um centro de Umbanda milhares de espíritos desequilibrados. Então os guias recomendam que as pessoas nessas condições negativas sejam levadas por um médium bem preparado e que, após fazer uma oferenda às forças e aos poderes do ponto de forças da natureza, faça ali, no campo de uma divindade, um descarrego completo, livrando-a de encostos e obsessores espirituais. O que é possível ser feito dentro dos centros de Umbanda os guias espirituais fazem, mas há situações tão complexas que somente descarregando tudo na natureza a pessoa ficará livre de todas as suas “ligações” com o baixo astral, e sem tumultuar o bom andamento dos trabalhos realizados dentro dos centros de Umbanda.


Comunidade
FILHOS DE OXUM
Por:Veve Rosa Vermelha




Quem é Ramatís

Ramatís é um Mestre espiritual, proveniente do sistema estelar de Sírius, onde logrou a libertação do ciclo reencarnatório, vindo para a Terra há mais de 40 mil anos atrás, trazendo consigo conhecimentos ocultos que compuseram a milenar Aumbandhã, em transmigração missionária, acompanhando um grupo de espíritos aqui exilados à época das extintas civilizações da Lemúria e da Atlântida, cuja evolução assumiu o compromisso de acompanhar, e, desde então, vem contribuindo ininterruptamente para a evolução e a conscientização crística da humanidade terrena.

Viveu uma encarnação física na antiga Lemúria, cujos registros se perderam no tempo, sobre a qual não se tem maiores informações.

Ramatís viveu depois encarnado na Atlântida há 28 mil anos, ao tempo de Antúlio de Maha-Ethel, quando pertenceu à classe sacerdotal, na figura do grande filósofo Shy Ramat, integrante de um dos santuários da época, o Templo do Sol e da Paz, onde foi contemporâneo do Espírito que mais tarde seria conhecido sob o pseudônimo de Allan Kardec, o posterior codificador do Espiritismo, que então era profundamente dedicado à matemática e às chamadas ciências positivas.

Foi então um iniciado nos conhecimentos ocultos da Aumbandhã, a Lei Maior Divina, Sabedoria Secreta ou Conhecimento Integral, sistema religioso-filosófico-científico setenário esotérico, cultuado nos Templos da Luz atlantes, trazido de outras constelações do infinito cósmico para contribuir com a evolução da humanidade terrena, e que embasou as filosofias espiritualistas posteriormente formadas, principalmente as filosofias herméticas.

No século XIV a.C, no antigo Egito, Ramatís foi o grão-sacerdote Merí Rá, no reinado do faraó Amenhotep IV (1372 a.C – 1354 a.C), promotor de uma grande reforma religiosa, substituindo as antigas divindades do panteão egípcio pelo culto monoteísta a Aton, o disco solar, tendo mudado seu próprio nome para Akhenaton.

Nessa ocasião, Merí Rá teve a oportunidade de salvar da execução sumária um modesto aguadeiro, que, inadvertidamente, respingou água nas sandálias de uma dama da nobreza egípcia, assumindo para si a sua tutela perante o faraó, e que, mais tarde, reencarnou na figura de seu médium Hercílio Maes.

Posteriormente, em nova passagem pelo Egito, Ramatís teve outro encontro encarnatório com Kardec, que foi então o sacerdote Amenófis, médico e estudioso do “Livro dos Mortos” e dos fenômenos do Além, ao tempo do faraó Merneftá (1225 a.C. – 1215 a.C), filho de Ramsés II.

Segundo o mestre Hilarion de Monte Nebo, e outros sublimes mensageiros espirituais, Ramatís ainda viveu anteriormente na figura de Essen, filho de Moisés e fundador da Fraternidade Essênia, fiel seguidora dos ensinamentos Kobdas; mais tarde, viveu na Hebréia sob a roupagem de Nathan, o grande conselheiro de Salomão.

Na Grécia antiga, por volta do século V a.C, reencarnou como o famoso filósofo Pitágoras de Samos (cerca de 570 a.C – 496 a.C), um possível discípulo de Anaximandro. Supõe-se que tenha visitado o Egito, mais tarde transferindo-se para Crotona, na Magna Grécia (sul da Itália), onde fundou, por volta de 530 a.C, uma comunidade religiosa e política, cujos membros ficaram conhecidos como pitagóricos.

As doutrinas pitagóricas primeiro se desenvolveram no seio dessa comunidade e depois entre os pitagóricos dispersos pela Grécia e no sul da Itália, que acreditavam na transmigração das almas e buscavam praticar um ascetismo purificador.

Pitágoras considerava o número como a essência e o princípio de todas as coisas, introduzindo uma noção de Cosmo que é essencialmente medida e número (harmonia celestial), conceito elaborado numa metafísica que mais tarde influiu decisivamente Platão.

A literatura esotérica considera Pitágoras um alto iniciado nos mistérios egípcios, babilônicos e caldeus, cuja doutrina resumiria os arcanos da natureza em suas teorias matemáticas transcendentes e em sua música das esferas.

Posteriormente, ainda na Grécia antiga, por volta do século IV a.C., época em que se encontravam em ebulição os princípios e teses esposados por Sócrates, mais tarde cultuados por Antístenes, discípulo de Sócrates e mestre de Diógenes, Ramatís novamente reencarnou, agora na figura de conhecido mentor helênico, pregando entre os discípulos ligados entre si por grande afinidade espiritual.

Supõe-se ter sido o próprio Platão, contemporâneo de Antístenes e igualmente discípulo de Sócrates, conforme acreditava Hercílio Maes, segundo revelação de Breno Trautwein, um dos revisores das obras de Ramatís.

Na condição de herdeiro filosófico de Sócrates e trazendo a influência dos pitagóricos, Ramatís, na roupagem carnal de Platão, levantou o problema da verdade, que desemboca no da salvação da própria alma.

Afirmava ele, então, que os objetos da percepção sensível, ou seja, aqueles do mundo físico, acessíveis através dos sentidos humanos, não são verdadeiramente reais, apenas ilusórios; já os objetos do pensamento (os números ideais) são a única realidade, e as coisas sensíveis são apenas seu reflexo; somente deles é que se pode obter um conhecimento certo.

Para Platão, as realidades mais elevadas são os conceitos matemáticos e as idéias de beleza, bondade e justiça, que existem como formas ou arquétipos de um mundo transcendente, cuja forma suprema é o Bem (Deus).

Ele pregava que a alma humana é imortal, purificando-se através de sucessivas existências e, se o pensamento alcança a idéia suprema do Bem, é porque nele se opera a reminiscência de uma vida anterior da alma. A ambição suprema é poder voltar àquele mundo onde as formas podem ser vistas em toda sua indescritível beleza.

Seus ensinamentos buscavam acentuar a consciência do dever, a auto-reflexão, e mostravam tendências nítidas de espiritualizar a vida, em cujo convite incluía-se o cultivo da música, da matemática e da astronomia, pois concluiu pela existência de uma Ordem Superior dominante no Cosmo, ao observar atentamente o deslocamento dos astros.

A literatura esotérica conta que, após a morte de Sócrates, Platão viajou pela Ásia Menor e daí até o Egito, onde se iniciou nos cultos misteriosóficos de Ísis, atingindo o terceiro grau, que lhe conferiu a perfeita lucidez intelectual e a realeza da inteligência sobre a alma e sobre o corpo.

Mais tarde, ao tempo de Jesus de Nazaré, Ramatís reencarnou na figura do conhecido filósofo neoplatônico egípcio, de cultura grega mas de origem judaica, Fílon de Alexandria, também conhecido por Fílon, o Judeu (entre 20–10 a.C. e 50 d.C.), responsável pela famosa Biblioteca de Alexandria.

Profundamente versado tanto em ciência grega como em judaísmo, teve então influência dos filósofos estóicos, pitagóricos e platônicos, defendendo em suas obras a tese da absoluta transcendência de Deus com relação ao mundo e a idéia da transmigração das almas.

Enquanto Fílon, Ramatís tornou-se especialista em Cabala judaica, e muitas de suas obras da época destinaram-se a explicar o judaísmo a leitores pagãos, sustentando que os filósofos gregos deviam a Moisés algumas de suas idéias fundamentais.

Fílon distinguiu-se na tarefa de sistematizar a interpretação dos documentos religiosos por meio de doutrinas científicas, tendo elaborado um método alegórico de interpretação, que aplicou ao Antigo Testamento.

As doutrinas espiritualistas de Fílon inspiraram em grande parte os gnósticos e os neoplatônicos, e seu pensamento exerceu também extraordinária influência em escritores judeus e cristãos posteriores.

Na roupagem carnal de Fílon de Alexandria, Ramatís pode estar pessoalmente em contato com o Jesus de Nazaré na Palestina, por cuja segurança muito lutou. Nessa ocasião teve a oportunidade de efetuar indagações a Seu respeito a alguns de Seus próprios discípulos daquela época, o que lhe possibilitou mais tarde elaborar a obra “O Sublime Peregrino”, em que trata dos principais fatos da existência do amado Mestre no planeta, trazendo uma idéia mais nítida da realidade de seu Espírito angélico.

Mais tarde, no Espaço, Ramatís filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, ficou conhecida sob a pitoresca denominação de “Templários das Cadeias do Amor”. Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do Além, junto à região Ocidente, e se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia oriental.

Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, Ramatís já se havia distinguido no século IV d.C., tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema épico hindu “Ramaiana”, onde o feliz casal Rama e Sita simbolizam, de forma iniciática, os princípios masculino e feminino.

Unindo-se Rama e Átis, ou seja, Sita ao inverso, então resulta Ramaatís, como realmente se pronuncia em indochinês. Nessa encarnação, Ramatís foi adepto da tradição de Rama, cultuando os ensinamentos do “Reino de Osíris”, Senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas.

Os que lêem as mensagens de Ramatís, e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, nem sabem o que representa o nome “RAMA-TYS” ou “Swami Sri RAMA-TYS”, como era conhecido nos santuários da época. É quase uma “chave”, uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem às próprias formas objetivas.

“Rama” é o nome dado à própria Divindade, o Criador, cuja força criadora emana para as criaturas quando pronunciado corretamente. O nome “Ramatís” é um mantra, que reúne os princípios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres; ao se pronunciar o vocábulo Ramaatís, saúda-se implicitamente o Deus que se encontra no interior de cada ser.

Em sua última encarnação na Terra, Ramatís viveu, no século X na Indochina, no corpo de um menino de cabelos negros como ébano, com pele da cor do cobre claro, e olhos verdes em tom castanho escuro, iluminados de ternura, filho de Tiseuama, uma vestal chinesa fugida de um templo, que desposou um tapeceiro hindu de nome Rama.

Era de inteligência fulgurante e desencarnou bastante moço, com menos de 30 anos de idade, no ano de 933 d.C., em razão de problemas cardíacos. Nessa existência, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, tornando-se um bispo budista sino-indiano, fundou e dirigiu um pequeno templo iniciático na Índia, às margens da estrada principal que se perdia dentro do território chinês.

Como instrutor nesse templo, procurou ele aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em suas inúmeras vidas anteriores. O templo que Ramatís fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados.

Alguns deles estão atualmente reencarnados no planeta e reconhecem o antigo mestre através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana; sentem-no, por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade!

Embora nessa existência tenha desencarnado ainda moço, Ramatis pôde aliciar 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia.

Apenas 18 conseguiram envergar a simbólica “túnica azul”, e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático; os demais, seja por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas lecionadas pelo mestre.

A não ser 26 adeptos que estão desencarnados, cooperando nos labores da Fraternidade da Cruz e do Triângulo, o restante disseminou-se pelo planeta em diferentes latitudes geográficas: de seus antigos discípulos, dezoito reencarnaram no Brasil, seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia.

Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns dos discípulos lá reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território, segundo Ramatís, se encarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.

Ramatís informou que voltará a reencarnar durante o ciclo do terceiro milênio, e um dos seus objetivos é reunir novamente os seus discípulos, agora dispersos, a fim de que eles se congreguem e façam jus à iniciação completa, para então serem integrados no “Raio” ou faixa mental da Ciência Psíquica do plano cósmico.

No templo que Ramatís fundou na Índia, esses discípulos desenvolveram conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à fisiologia do “duplo etérico”.

Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando os fenômenos da levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele cenáculo de estudos espirituais.

Mas o principal “toque pessoal” que Ramatís desenvolveu em seus discípulos, em virtude do compromisso que assumira para com a Fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para com todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo.


Atualmente, Ramatís ainda opera como mestre nas tarefas dos teosofistas, conhecido entre estes como Kut Humi (ou Koot Humi, o Mestre K.H.), não se cingindo a uma doutrina ou princípio, buscando incentivar os conceitos de universalidade e integração do homem sob a égide do Cristo, através do Código Moral que é o Evangelho.

Dentro do movimento teosófico, Kut-Humi Lal Singh, junto com o mestre Morya, foi o principal inspirador da Sociedade Teosófica, fundada em 1875 por Helena P. Blavatsky e Cel. Olcott, e é considerado Mestre do Segundo Raio, o do Amor-Sabedoria. Possui numerosos discípulos, se ocupa principalmente da vitalização de algumas das mais importantes correntes filosóficas, e se interessa por organizações filantrópicas.

Sabe-se que Ramatís não vive habitualmente em qualquer colônia espiritual situada no Astral do Brasil, mas vem operando, do plano Astral, há muito tempo. Dada sua evolução, Ramatís já não mais dispõe de sua vestimenta perispiritual astralina, utilizando-se de um corpo intermediário apenas em suas incursões no plano Astral ou quando deseja mostra-se a encarnados videntes.

Conhecedor do trabalho sideral da humanidade terrena, ele vem se esforçando para cooperar na sua evolução, cumprindo o compromisso assumido com a Alta Espiritualidade terrena na instrução espiritual das criaturas, estabelecendo as bases de um pensamento universalista que transpõe conhecimentos ancestrais para os encarnados, sucedâneos da codificação kardequiana.

Em seu trabalho em planos invisíveis, Ramatís atualmente supervisiona as tarefas ligadas aos seus discípulos na Metrópole do Grande Coração, uma colônia espiritual no plano Astral congregada por espíritos com índole universalista. Segundo informações de seus psicógrafos mais recentes, ele participa atualmente de um colegiado no plano Astral de Marte.


http://www.fraternidaderamatis.org/novo/sobre-ramatis/35-conteudo-geral/53-quemehramatis.html
O alcoolismo na visão espírita 

- A exemplo de André Luiz (Espírito), que nos mostra em seu livro Sexo e Destino, capítulo VI, págs. 51 a 55, como os Espíritos conseguem levar um indivíduo a beber e, ao mesmo tempo, usufruir das emanações alcoólicas, José Herculano Pires também associa alcoolismo e obsessão.

No capítulo de abertura do livro Diálogo dos Vivos, obra publicada dez anos após o referido livro de André Luiz, Herculano assevera, depois de transcrever a visão do Espírito de Cornélio Pires sobre o uso do álcool:

“A obsessão mundial pelo álcool, no plano humano, corresponde a um quadro apavorante de vampirismo no plano espiritual. 
A medicina atual ainda reluta – e infelizmente nos seus setores mais ligados ao assunto, que são os da psicoterapia – em aceitar a tese espírita da obsessão. 

Mas as pesquisas parapsicológicas já revelaram, nos maiores centros culturais do mundo, a realidade da obsessão. 

De Rhine, Wickland, Pratt, nos Estados Unidos, a Soal, Carrington, Price, na Inglaterra, até a outros parapsicólogos materialistas, a descoberta do vampirismo se processou em cadeia. 

Todos os parapsicólogos verdadeiros, de renome científico e não marcados pela obsessão do sectarismo religioso, proclamam hoje a realidade das influências mentais entre as criaturas humanas, e entre estas e as mentes desencarnadas”.

A dependência do álcool prossegue além-túmulo e, como o Espírito não pode obtê-lo no local em que agora reside, no chamado plano extrafísico, ele só consegue satisfazer a sua compulsão pela bebida associando-se a um encarnado que beba.

Um caso de enxertia fluídica 

- Eis como André Luiz relata, em sua obra citada, o caso Cláudio Nogueira:

Estando Cláudio sentado na sala de seu apartamento, aconteceu de repente o imprevisto. 

Os desencarnados vistos à entrada do apartamento penetraram a sala e, agindo sem-cerimônia, abordaram o chefe da casa. 

"Beber, meu caro, quero beber!", gritou um deles, tateando-lhe um dos ombros. 

Cláudio mantinha-se atento à leitura de um jornal e nada ouviu. 

Contudo, se não possuía tímpanos físicos para registrar a petição, trazia na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o apelante. 

O Espírito repetiu, pois, a solicitação, algumas vezes, na atitude do hipnotizador que insufla o próprio desejo, reafirmando uma ordem. 

O resultado não demorou. 

Viu-se o paciente desviar-se do jornal e deixar-se envolver pelo desejo de beber um trago de uísque, convicto de que buscava a bebida exclusivamente por si.

Abrigando a sugestão, o pensamento de Cláudio transmudou-se, rápido. 

"Beber, beber!..." 

e a sede de aguardente se lhe articulou na idéia, ganhando forma. 

A mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais fortemente impregnada do cheiro acre que vagueava no ar. 

O Espírito malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomilos, e indefinível secura constringiu-lhe a laringe. 

O Espírito sagaz percebeu-lhe, então, a adesão tácita e colou-se a ele. 

De começo, a carícia leve; depois da carícia, o abraço envolvente; e depois do abraço, a associação recíproca. 

Integraram-se ambos em exótico sucesso de enxertia fluídica.

Produziu-se ali – refere André Luiz - algo semelhante ao encaixe perfeito.

Cláudio-homem absorvia o desencarnado, à guisa de sapato que se ajusta ao pé. 

Fundiram-se os dois, como se morassem num só corpo. 

Altura idêntica. Volume igual. Movimentos sincrônicos. Identificação positiva. 

Levantaram-se a um tempo e giraram integralmente incorporados um ao outro, na área estreita, arrebatando o frasco de uísque. 

Não se podia dizer a quem atribuir o impulso inicial de semelhante gesto, se a Cláudio que admitia a instigação, ou se ao obsessor que a propunha.

A talagada rolou através da garganta, que se exprimia por dualidade singular: ambos os dipsômanos estalaram a língua de prazer, em ação simultânea.

Desmanchou-se então a parelha e Cláudio se dispunha a sentar, quando o outro Espírito investiu sobre ele e protestou: "eu também, eu também quero!", reavivando-se no encarnado a sugestão que esmorecia. 

Absolutamente passivo diante da sugestão, Cláudio reconstituiu, mecanicamente, a impressão de insaciedade. 

Bastou isso e o vampiro, sorridente, apossou-se dele, repetindo-se o fenômeno visto anteriormente.

André aproximou-se então de Cláudio, para avaliar até que ponto ele sofria mentalmente aquele processo de fusão. 

Mas ele continuava livre, no íntimo, e não experimentava qualquer espécie de tortura, a fim de render-se. 

Hospedava o outro simplesmente, aceitava-lhe a direção, entregava-se por deliberação própria.

Nenhuma simbiose em que fosse a vítima. 

A associação era implícita, a mistura era natural. 

Efetuava-se a ocorrência na base da percussão. Apelo e resposta. 

Eram cordas afinadas no mesmo tom. 

Após novo trago, o dono da casa estirou-se no divã e retomou a leitura, enquanto os Espíritos voltaram ao corredor de acesso, chasqueando, sarcásticos...

Tratamento do alcoolismo 

- Embora o alcoolismo tenha sido definido pela Organização Mundial de Saúde como uma doença incurável, progressiva e quase sempre fatal, o dependente do álcool pode ser tratado e obter expressiva vitória nessa luta, que jamais será fácil e ligeira.

Sintetizando aqui os passos recomendados pelos especialistas na matéria e as recomendações específicas do Espiritismo a respeito da obsessão, nove são os pontos do tratamento daquele que deseja, no âmbito espírita, livrar-se dessa dependência:

1. Conscientização de que é portador de uma doença e vontade firme de tratar-se.

2. Mudança de hábitos para assim evitar os ambientes e os amigos que com ele bebiam anterior-mente.

3. Abstinência de qualquer bebida alcoólica, convicto de que não bebendo o primeiro gole não haverá o segundo nem os demais.

4. Buscar apoio indefinidamente num grupo de natureza idêntica à dos Alcoólicos Anônimos, que proporcionam, segundo o dr. George Vaillant, o melhor tratamento que se conhece.

5. Cultivar a oração e a vigilância contínua, como elementos de apoio à decisão de manter a abstinência.

6. Utilizar os recursos oferecidos pela fluidoterapia, a exemplo dos passes magnéticos, da água fluidificada e das radiações.

7. Leitura de páginas espíritas, mensagens ou livros de conteúdo elevado, que possibilitem a assimilação de idéias superiores e a renovação dos pensamentos.

8. A ação no bem, adotando a laborterapia como recurso precioso à saúde da alma.

9. Realizar pelo menos uma vez na semana, na intimidade do lar, o estudo do Evangelho, prática que é conhecida no Espiritismo pelo nome de culto cristão no lar. 

A família que lê o Evangelho e ora em conjunto beneficia a si e a todos os que a rodeiam.

O recado de Cornélio Pires – No capítulo 1 do livro Diálogo dos Vivos, José Herculano Pires transcreve a resposta em versos que Cornélio Pires (Espírito) enviou a um amigo que o interpelou, através de Chico Xavier, sobre o problema do alcoolismo na visão dos Espíritos. Intitulada Informações do Além, a mensagem diz o seguinte:

“Recebi o seu bilhete,
Meu amigo João da Graça,
Você deseja do Além
Notícias sobre a cachaça.

O assunto não é difícil.
Cachaça, meu caro João,
Recorda simples tomada
Que liga na obsessão.

Você sabe. Aí na Terra,
Nas mais diversas estradas,
Todos temos inimigos
Das existências passadas.

Muitos deles se aproximam
E usando a idéia sem voz
Propõem cousas malucas
Escarnecendo de nós.

Nas tentações manejamos
Nossa fé por luz acesa,
Mas se tomamos cachaça
Lá se vai nossa firmeza.

Olhe o caso de Antoninha.
Não queria desertar,
Encafuou-se na pinga,
Hoje é mulher sem lar.

Titino, homem honesto,
Servidor de tempo curto,
Passou a viver no copo,
Agora vive de furto.

Rapaz de brio e saúde
Era Juca de João Dório,
Enveredou na garrafa,
Passou para o sanatório.

Era amigo dos mais sérios
Silorico da Água Rasa,
Começou de pinga em pinga,
Acabou largando a casa.

Companheiro certo e bom
Era Neco de Tião,
Afundou-se na garrafa,
Aleijou o próprio irmão.

Cachaça será remédio,
É o que tanta gente ensina...
Mas álcool, para ajudar,
É cousa de Medicina.

Eis no Além o que se vê.
Seja a pinga como for,
Enfeitada ou caipira,
É laço de obsessor.

Nas velhas perturbações,
Das que vejo e que já vi,
Fuja sempre da cachaça,
Que cachaça é isso aí.”

Fonte
http://www.forumespirita.net/fe/toxicodependencia/alcoolismo-e-obsessao/
http://www.guianet.com.br/vegetarianismo/alcoolobsessao.html
O alcoolismo na visão espírita 

- A exemplo de André Luiz (Espírito), que nos mostra em seu livro Sexo e Destino, capítulo VI, págs. 51 a 55, como os Espíritos conseguem levar um indivíduo a beber e, ao mesmo tempo, usufruir das emanações alcoólicas, José Herculano Pires também associa alcoolismo e obsessão.

No capítulo de abertura do livro Diálogo dos Vivos, obra publicada dez anos após o referido livro de André Luiz, Herculano assevera, depois de transcrever a visão do Espírito de Cornélio Pires sobre o uso do álcool:

“A obsessão mundial pelo álcool, no plano humano, corresponde a um quadro apavorante de vampirismo no plano espiritual. 
A medicina atual ainda reluta – e infelizmente nos seus setores mais ligados ao assunto, que são os da psicoterapia – em aceitar a tese espírita da obsessão. 

Mas as pesquisas parapsicológicas já revelaram, nos maiores centros culturais do mundo, a realidade da obsessão. 

De Rhine, Wickland, Pratt, nos Estados Unidos, a Soal, Carrington, Price, na Inglaterra, até a outros parapsicólogos materialistas, a descoberta do vampirismo se processou em cadeia. 

Todos os parapsicólogos verdadeiros, de renome científico e não marcados pela obsessão do sectarismo religioso, proclamam hoje a realidade das influências mentais entre as criaturas humanas, e entre estas e as mentes desencarnadas”.

A dependência do álcool prossegue além-túmulo e, como o Espírito não pode obtê-lo no local em que agora reside, no chamado plano extrafísico, ele só consegue satisfazer a sua compulsão pela bebida associando-se a um encarnado que beba.

Um caso de enxertia fluídica 

- Eis como André Luiz relata, em sua obra citada, o caso Cláudio Nogueira:

Estando Cláudio sentado na sala de seu apartamento, aconteceu de repente o imprevisto. 

Os desencarnados vistos à entrada do apartamento penetraram a sala e, agindo sem-cerimônia, abordaram o chefe da casa. 

"Beber, meu caro, quero beber!", gritou um deles, tateando-lhe um dos ombros. 

Cláudio mantinha-se atento à leitura de um jornal e nada ouviu. 

Contudo, se não possuía tímpanos físicos para registrar a petição, trazia na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o apelante. 

O Espírito repetiu, pois, a solicitação, algumas vezes, na atitude do hipnotizador que insufla o próprio desejo, reafirmando uma ordem. 

O resultado não demorou. 

Viu-se o paciente desviar-se do jornal e deixar-se envolver pelo desejo de beber um trago de uísque, convicto de que buscava a bebida exclusivamente por si.

Abrigando a sugestão, o pensamento de Cláudio transmudou-se, rápido. 

"Beber, beber!..." 

e a sede de aguardente se lhe articulou na idéia, ganhando forma. 

A mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais fortemente impregnada do cheiro acre que vagueava no ar. 

O Espírito malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomilos, e indefinível secura constringiu-lhe a laringe. 

O Espírito sagaz percebeu-lhe, então, a adesão tácita e colou-se a ele. 

De começo, a carícia leve; depois da carícia, o abraço envolvente; e depois do abraço, a associação recíproca. 

Integraram-se ambos em exótico sucesso de enxertia fluídica.

Produziu-se ali – refere André Luiz - algo semelhante ao encaixe perfeito. 

Cláudio-homem absorvia o desencarnado, à guisa de sapato que se ajusta ao pé. 

Fundiram-se os dois, como se morassem num só corpo. 

Altura idêntica. Volume igual. Movimentos sincrônicos. Identificação positiva. 

Levantaram-se a um tempo e giraram integralmente incorporados um ao outro, na área estreita, arrebatando o frasco de uísque. 

Não se podia dizer a quem atribuir o impulso inicial de semelhante gesto, se a Cláudio que admitia a instigação, ou se ao obsessor que a propunha. 

A talagada rolou através da garganta, que se exprimia por dualidade singular: ambos os dipsômanos estalaram a língua de prazer, em ação simultânea.

Desmanchou-se então a parelha e Cláudio se dispunha a sentar, quando o outro Espírito investiu sobre ele e protestou: "eu também, eu também quero!", reavivando-se no encarnado a sugestão que esmorecia. 

Absolutamente passivo diante da sugestão, Cláudio reconstituiu, mecanicamente, a impressão de insaciedade. 

Bastou isso e o vampiro, sorridente, apossou-se dele, repetindo-se o fenômeno visto anteriormente.

André aproximou-se então de Cláudio, para avaliar até que ponto ele sofria mentalmente aquele processo de fusão. 

Mas ele continuava livre, no íntimo, e não experimentava qualquer espécie de tortura, a fim de render-se. 

Hospedava o outro simplesmente, aceitava-lhe a direção, entregava-se por deliberação própria.

Nenhuma simbiose em que fosse a vítima. 

A associação era implícita, a mistura era natural. 

Efetuava-se a ocorrência na base da percussão. Apelo e resposta. 

Eram cordas afinadas no mesmo tom. 

Após novo trago, o dono da casa estirou-se no divã e retomou a leitura, enquanto os Espíritos voltaram ao corredor de acesso, chasqueando, sarcásticos...

Tratamento do alcoolismo 

- Embora o alcoolismo tenha sido definido pela Organização Mundial de Saúde como uma doença incurável, progressiva e quase sempre fatal, o dependente do álcool pode ser tratado e obter expressiva vitória nessa luta, que jamais será fácil e ligeira.

Sintetizando aqui os passos recomendados pelos especialistas na matéria e as recomendações específicas do Espiritismo a respeito da obsessão, nove são os pontos do tratamento daquele que deseja, no âmbito espírita, livrar-se dessa dependência:

1. Conscientização de que é portador de uma doença e vontade firme de tratar-se.

2. Mudança de hábitos para assim evitar os ambientes e os amigos que com ele bebiam anterior-mente.

3. Abstinência de qualquer bebida alcoólica, convicto de que não bebendo o primeiro gole não haverá o segundo nem os demais.

4. Buscar apoio indefinidamente num grupo de natureza idêntica à dos Alcoólicos Anônimos, que proporcionam, segundo o dr. George Vaillant, o melhor tratamento que se conhece.

5. Cultivar a oração e a vigilância contínua, como elementos de apoio à decisão de manter a abstinência.

6. Utilizar os recursos oferecidos pela fluidoterapia, a exemplo dos passes magnéticos, da água fluidificada e das radiações.

7. Leitura de páginas espíritas, mensagens ou livros de conteúdo elevado, que possibilitem a assimilação de idéias superiores e a renovação dos pensamentos.

8. A ação no bem, adotando a laborterapia como recurso precioso à saúde da alma.

9. Realizar pelo menos uma vez na semana, na intimidade do lar, o estudo do Evangelho, prática que é conhecida no Espiritismo pelo nome de culto cristão no lar. 

A família que lê o Evangelho e ora em conjunto beneficia a si e a todos os que a rodeiam.

O recado de Cornélio Pires – No capítulo 1 do livro Diálogo dos Vivos, José Herculano Pires transcreve a resposta em versos que Cornélio Pires (Espírito) enviou a um amigo que o interpelou, através de Chico Xavier, sobre o problema do alcoolismo na visão dos Espíritos. Intitulada Informações do Além, a mensagem diz o seguinte:

“Recebi o seu bilhete,
Meu amigo João da Graça,
Você deseja do Além
Notícias sobre a cachaça.

O assunto não é difícil.
Cachaça, meu caro João,
Recorda simples tomada
Que liga na obsessão.

Você sabe. Aí na Terra,
Nas mais diversas estradas,
Todos temos inimigos
Das existências passadas.

Muitos deles se aproximam
E usando a idéia sem voz
Propõem cousas malucas
Escarnecendo de nós.

Nas tentações manejamos
Nossa fé por luz acesa,
Mas se tomamos cachaça
Lá se vai nossa firmeza.

Olhe o caso de Antoninha.
Não queria desertar,
Encafuou-se na pinga,
Hoje é mulher sem lar.

Titino, homem honesto,
Servidor de tempo curto,
Passou a viver no copo,
Agora vive de furto.

Rapaz de brio e saúde
Era Juca de João Dório,
Enveredou na garrafa,
Passou para o sanatório.

Era amigo dos mais sérios
Silorico da Água Rasa,
Começou de pinga em pinga,
Acabou largando a casa.

Companheiro certo e bom
Era Neco de Tião,
Afundou-se na garrafa,
Aleijou o próprio irmão.

Cachaça será remédio,
É o que tanta gente ensina...
Mas álcool, para ajudar,
É cousa de Medicina.

Eis no Além o que se vê.
Seja a pinga como for,
Enfeitada ou caipira,
É laço de obsessor.

Nas velhas perturbações,
Das que vejo e que já vi,
Fuja sempre da cachaça,
Que cachaça é isso aí.”

Fonte
http://www.forumespirita.net/fe/toxicodependencia/alcoolismo-e-obsessao/
http://www.guianet.com.br/vegetarianismo/alcoolobsessao.html

Laura Botelho: Afinal, cadê os ETs?

Laura Botelho: Afinal, cadê os ETs?: "Eu vou dizer o que tenho a dizer de forma muito clara: a interrupção magnética solar, um ataque CME na nossa rede elétrica são eve...

Sementes das Estrelas: Comando Ashtar - Los Angeles-EUA - 26.05.2013

Sementes das Estrelas: Comando Ashtar - Los Angeles-EUA - 26.05.2013: As naves sobrevoaram por um tempo Los Angeles, pessoas entraram em conflito interno e chamaram as autoridades militares que logo chegar...
AQUI UM TRECHO DA MENSAGEM DE O.M. AIVANHOV FALANDO SOBRE O PLANETA HERCÓLUBUS 
( o segundo Sol )
HERCÓLUBUS

Questão: Qual é, hoje, o papel do planeta Hercólubus?

Mudança do magnetismo Terrestre, inversão dos pólos e despertar da Consciência, justamente antes da chegada da Onda Galáctica.

Eu vos lembro que as deslocações de Hercólubus (ou Hercobulus) se fazem em função da sua progressão, em função do grau do Despertar da Terra, em função do seu ajustamento em relação à Consciência Crística coletiva, ou solar coletiva.

E foi a interação, se vocês quiserem, dos diferentes tipos de radiação que permitiu ajustar tudo isso.

Eu vos lembro que, durante o verão de 2008 e 2009, Hercóbulus foi citado por ORIONIS e nós vos dissemos que ele seria visível no Céu (ndr: sua intervenção de 8 agosto 2008, na seção «essenciais»).

Mas eu já tinha dito, na época, que quanto mais esse tempo fosse deslocado no tempo, melhor seria.

O fato de ver Hercóbulus, são sinais que foram também dados pelos povos ditos primitivos (como os Índios da América ou ainda nas profecias de certos profetas) como este segundo Sol, como esta segunda Estrela.

Como dizia Bença Deunov (quando ele era, como ele vos disse e revelou, Nostradamus, Michel de NotreDame); «durante sete dias a Estrela queimará no Céu».

Mas estes sete dias poderiam surgir a qualquer momento, desde 1984 até agora.

E eu sempre disse que, quanto mais tarde isso fosse, melhor seria, porque a latência com a visibilidade ordinária com o olho, sem os instrumentos tecnológicos, permitiria, se vocês quiserem, um último ajustamento antes de um certo número de acontecimentos cósmicos que são, eles, totalmente independentes mas sincronizados com Hercólubus, doravante.

É sempre possível, com as matemáticas, com os utensílios de ótica, com as tecnologias que vocês têm, observar isso já, certamente.

Mas nós falamos, não da observação da crença com a tecnologia, ou através de cálculos matemáticos, mas diretamente com o olho, ou seja, a visão da retina.

É essa que desencadeia o sinal.

Simplesmente, como vocês o sabem, há prazos astronômicos extremamente precisos que se inscrevem no curso deste tempo que vocês vivem agora.

Portanto, Hercólubus é a impulsão final, eu diria – aquando da sua visibilidade, não para o planeta grelha (ou grelha planetária) mas para o ajustamento magnético final – que doravante, portanto, precederá o que eu chamei na época, o planeta grelha, ou seja, o retorno total da Luz.

******************************************

É a ação de MIGUEL sobre a ionosfera e, agora, diretamente sobre a atmosfera e o núcleo, não cristalino, da Terra mas a camada de magma que gira em torno da Terra que é, eu vos lembro, responsável pelo magnetismo.

E eu bem falei das forças gravitacionais e do magnetismo que mudavam, a toda a velocidade, sobre a Terra, doravante.

O que explica que alguns de vocês tenham Vibrações extremamente intensas e, por vezes, a impressão de ter bebido muito champanhe, mas sem nada ter bebido.

É de fato lógico. Há verdadeiramente uma modificação enorme do campo magnético Terrestre que está em curso, doravante, e que corresponde a tudo o que eu já disse, desde há uns anos, relativamente aos vulcões do Cinturão de Fogo do Pacífico, a expansão física da Terra e a Ascensão Espiritual da Terra.

Quando o eixo magnético da Terra muda, o vosso eixo magnético muda também.

(trechos extraídos da mensagem de O.M. AIVANHOV de 10/11/2012)

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Campo/SP/BR:

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=389332727812798&set=a.389332624479475.95799.100002082237533&type=3&theater
HERCÓLUBUS

Questão: Qual é, hoje, o papel do planeta Hercólubus?

Mudança do magnetismo Terrestre, inversão dos pólos e despertar da Consciência, justamente antes da chegada da Onda Galáctica.

Eu vos lembro que as deslocações de Hercólubus (ou Hercobulus) se fazem em função da sua progressão, em função do grau do Despertar da Terra, em função do seu ajustamento em relação à Consciência Crística coletiva, ou solar coletiva.

E foi a interação, se vocês quiserem, dos diferentes tipos de radiação que permitiu ajustar tudo isso.

Eu vos lembro que, durante o verão de 2008 e 2009, Hercóbulus foi citado por ORIONIS e nós vos dissemos que ele seria visível no Céu (ndr: sua intervenção de 8 agosto 2008, na seção «essenciais»).

Mas eu já tinha dito, na época, que quanto mais esse tempo fosse deslocado no tempo, melhor seria.

O fato de ver Hercóbulus, são sinais que foram também dados pelos povos ditos primitivos (como os Índios da América ou ainda nas profecias de certos profetas) como este segundo Sol, como esta segunda Estrela.

Como dizia Bença Deunov (quando ele era, como ele vos disse e revelou, Nostradamus, Michel de NotreDame); «durante sete dias a Estrela queimará no Céu».

Mas estes sete dias poderiam surgir a qualquer momento, desde 1984 até agora.

E eu sempre disse que, quanto mais tarde isso fosse, melhor seria, porque a latência com a visibilidade ordinária com o olho, sem os instrumentos tecnológicos, permitiria, se vocês quiserem, um último ajustamento antes de um certo número de acontecimentos cósmicos que são, eles, totalmente independentes mas sincronizados com Hercólubus, doravante.

É sempre possível, com as matemáticas, com os utensílios de ótica, com as tecnologias que vocês têm, observar isso já, certamente.

Mas nós falamos, não da observação da crença com a tecnologia, ou através de cálculos matemáticos, mas diretamente com o olho, ou seja, a visão da retina.

É essa que desencadeia o sinal.

Simplesmente, como vocês o sabem, há prazos astronômicos extremamente precisos que se inscrevem no curso deste tempo que vocês vivem agora.

Portanto, Hercólubus é a impulsão final, eu diria – aquando da sua visibilidade, não para o planeta grelha (ou grelha planetária) mas para o ajustamento magnético final – que doravante, portanto, precederá o que eu chamei na época, o planeta grelha, ou seja, o retorno total da Luz.

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É a ação de MIGUEL sobre a ionosfera e, agora, diretamente sobre a atmosfera e o núcleo, não cristalino, da Terra mas a camada de magma que gira em torno da Terra que é, eu vos lembro, responsável pelo magnetismo.

E eu bem falei das forças gravitacionais e do magnetismo que mudavam, a toda a velocidade, sobre a Terra, doravante.

O que explica que alguns de vocês tenham Vibrações extremamente intensas e, por vezes, a impressão de ter bebido muito champanhe, mas sem nada ter bebido.

É de fato lógico. Há verdadeiramente uma modificação enorme do campo magnético Terrestre que está em curso, doravante, e que corresponde a tudo o que eu já disse, desde há uns anos, relativamente aos vulcões do Cinturão de Fogo do Pacífico, a expansão física da Terra e a Ascensão Espiritual da Terra.

Quando o eixo magnético da Terra muda, o vosso eixo magnético muda também.

(trechos extraídos da mensagem de O.M. AIVANHOV de 10/11/2012)

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Campo/SP/BR:

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A Mediunidade

Somos todos livres para escolhermos nossos caminhos, e suficientemente responsáveis para arcar com as consequências dos mesmos caminhos que escolhemos e as ações que realizamos ao longo do mesmo.

A mediunidade é uma dádiva divina, e de graça a recebeis, e de graça a dareis. Mas a responsabilidade com a mediunidade não se encerra nesta assertiva. O amor com que os homens devem exercer a mediunidade é a grande porta das maravilhas. O amor abre o caminho para que mais virtudes se aproximem, e sejam acolhidas no íntimo de cada medium, que deste modo desenvolverá sua mediunidade de forma responsável e com Amor. E dia após dia abrirá esta Seara de Amor e Trabalho pelo e para o bem da humanidade. Não é uma missão fácil. Mas cumprindo-a com Amor e Boa Vontade, a serenidade vai ao encontro do medium, e com as bençãos de Jesus, a missão dos mediuns decorre em harmonia com o cosmos.

A oração e meditação constantes geram em torno do medium um campo vibracional protetor salutável, pois nestes momentos ocorrem o reabastecimento de forças que o medium necessitará. Ainda nestes momentos de comunicação com o cosmos, os bons Espíritos vêm em auxílio do medium com inspirações que lhes serão necessárias ao trabalho junto à Seara do Bem.

Irmãos mediuns, caminhem sempre nas veredas do Amor e da Caridade, da serenidade e do Bem Maior, e vossos caminhos serão sempre luminosos e abençoados.

Que Deus e Sua Divina Luz esteja sempre com todos nós em todos tempos e lugares.
Paz e Luz para todos vós
Do amigo
Navarana
22.01.2011

Psicografado por Clara Ghimel

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A Mediunidade

Somos todos livres para escolhermos nossos caminhos, e suficientemente responsáveis para arcar com as consequências dos mesmos caminhos que escolhemos e as ações que realizamos ao longo do mesmo.

A mediunidade é uma dádiva divina, e de graça a recebeis, e de graça a dareis. Mas a responsabilidade com a mediunidade não se encerra nesta assertiva. O amor com que os homens devem exercer a mediunidade é a grande porta das maravilhas. O amor abre o caminho para que mais virtudes se aproximem, e sejam acolhidas no íntimo de cada medium, que deste modo desenvolverá sua mediunidade de forma responsável e com Amor. E dia após dia abrirá esta Seara de Amor e Trabalho pelo e para o bem da humanidade. Não é uma missão fácil. Mas cumprindo-a com Amor e Boa Vontade, a serenidade vai ao encontro do medium, e com as bençãos de Jesus, a missão dos mediuns decorre em harmonia com o cosmos.

A oração e meditação constantes geram em torno do medium um campo vibracional protetor salutável, pois nestes momentos ocorrem o reabastecimento de forças que o medium necessitará. Ainda nestes momentos de comunicação com o cosmos, os bons Espíritos vêm em auxílio do medium com inspirações que lhes serão necessárias ao trabalho junto à Seara do Bem.

Irmãos mediuns, caminhem sempre nas veredas do Amor e da Caridade, da serenidade e do Bem Maior, e vossos caminhos  serão sempre luminosos e abençoados.

Que Deus e Sua Divina Luz esteja sempre com todos nós em todos tempos e lugares.
Paz e Luz para todos vós
Do amigo
Navarana
22.01.2011

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