domingo, 29 de dezembro de 2013

EVIDÊNCIAS DA REENCARNAÇÃO

A reencarnação se impõe naturalmente pela força de suas evidências e pela clareza das explicações. O ser humano pode retornar à Terra para refazer aquilo que não conseguiu completar numa vida.

Existem dez evidências principais, tais como foram assinaladas pelos maiores pesquisadores da área, as quais julgamos por bem resumi-las aqui:

1) Doenças e sintomas congênitos: Como explicar pessoas que nasceram com doenças ou sintomas congênitos e aliar isso a justiça divina? Essas são doenças e fatores congênitos, ou seja, nascidos com a pessoa, que causam uma série de transtornos ao longo de sua vida. Por que algumas pessoas nascem com uma doença congênita e outras nascem sadias? Qual seria a lógica que cria a doença em pessoas logo no seu nascimento? Esse mecanismo da formação de doenças, malformações e sintomas congênitos é perfeitamente explicado pela reencarnação. Muitos indivíduos nascem com uma patologia de nascença em consequência de suas ações, traumas e escolhas em vidas passadas.

2) Sonhos repetidos: Os sonhos repetidos são resquícios de vidas passadas que brotam à consciência quando a mente objetiva em estado de vigília se retira e a consciência fica mais livre para percorrer todos os seus arquivos espirituais. Os sonhos repetidos revelam situações e experiências de vidas passadas. As características desses sonhos são a vivacidade da experiência, a sucessão ordenada e coerente de acontecimentos, cenas de acontecimentos de tempos históricos antigos e as relações íntimas entre o conteúdo do sonho e as situações da vida atual (o sonho explica muitas coisas que vivemos hoje, se encaixa muito bem na trama de nossa vida atual).

3) A genialidade, os meninos prodígio e as vocações: crianças superdotadas que manifestam desde cedo uma incrível facilidade de aprendizado, inteligência e dons incomuns, sem o aprendizado e o desenvolvimento comumente necessário. De onde viriam certas ideias inatas, certos talentos, algumas aptidões e habilidades senão de reminiscências de outras existências corporais? Algumas vocações precoces que são observadas em crianças em tenra idade, devem ter vindo, provavelmente, de um desenvolvimento anterior prévio, realizado e muito bem assentado em outras encarnações, quando a alma teve tempo de treinar exaustivamente e de desenvolver-se em algum campo da instrumentalidade do conhecimento humano.

4) Marcas de nascença: É comum encontrar marcas de nascimento em crianças ou adultos e estabelecer uma relação com uma vida passada. De onde viriam certas marcas se não houvesse uma base orgânica ou genética que justificasse seu aparecimento? Muitos estigmas, como sinais, manchas, vermelhidão, etc, só podem ser explicados satisfatoriamente com a hipótese da reencarnação.

5) Traumas, fobias e outros sintomas psíquicos sem causa aparente: Esses são mais comuns do que se imagina. Muitos não possuem uma explicação orgânica na vida atual. Que dizer de pessoas que sentem dores fortes no estômago, sem que nenhuma anomalia seja verificada após exames médicos? Que dizer de medos inexplicáveis, ou traumas sem causa aparente na vida atual? Ou mesmo de fobias que chegam a atrapalhar consideravelmente a vida de alguém, como por exemplo a fobia social em indivíduos que nunca passaram por situações traumáticas graves, vexatórias e humilhantes? Muitos sintomas físicos e psíquicos não são explicáveis pela etiologia médica convencional e, muitas vezes, têm sua origem em circunstâncias que somente são encontradas se voltarmos nossos olhares a um período anterior ao nascimento, em nossas vidas passadas.

6) Afinidades e antipatias não explicadas: Pessoas que mal se conhecem, ou que acabaram de iniciar uma relação, expressam simpatias ou antipatias gratuitas, sem nenhuma causa concreta e verificável, sem que uma delas não tenha feito ou dito qualquer coisa hostil a outra. Que dizer dos casos do famoso “amor à primeira vista”? Ou da sensação extremamente comum de quando parece que conhecemos uma pessoa há muito tempo, mesmo tendo a conhecido há alguns dias? Ou da repulsa involuntária que sentimos por alguém? Ou mesmo dos sintomas físicos como taquicardia, sudorese, sufocamento, e outros sintomas quando certas pessoas se aproximam de nós? Algumas dessas reações podem ser explicadas dentro de um padrão de similaridade de comportamentos e ideias, ou da afinidade de energias emanadas pelas pessoas, mas em outras situações podem vir de afetos ou desafetos provocados por experiências pretéritas de vidas passadas.

7) Recordação de vidas passadas em crianças: As crianças se recordam com muita facilidade e naturalidade de suas vidas passadas. Há todo um estudo relacionado a reencarnação em crianças. Durante as últimas quatro décadas, pesquisadores como Ian Stevenson, Hemendra Banerjee e Jim Tucker coletaram dados de milhares de casos que sugerem a existência de memórias espontâneas de vidas passadas em crianças. Como crianças que não possuem nenhuma crença em vidas passadas, e que nem mesmo seus pais acreditam em outras existências poderiam relatar vidas de adultos, com situações complexas, e depois terem muitos esses dados confirmados?

8 ) Recordação espontânea: (ver Recordação de Vidas Passadas no blog hugolapa.wordpress.com)

9) O testemunho de sábios e videntes: Edgar Cayce é, provavelmente, um dos maiores ou mesmo o maior vidente do mundo contemporâneo. Ele revelou uma quantidade de material imensa sobre vidas passadas de milhares de pessoas ao longo de muitos anos. As visões de Cayce puderam lançar nova luz sobre a natureza da lei de causa e efeito e da reencarnação, ajudando pesquisadores do mundo inteiro. Cayce era capaz de entrar em estados de consciência elevados e ver claramente as vidas passadas de outras pessoas, além de fazer diagnósticos médicos e prescrever seus respectivos tratamentos. Outro exemplo é Joan Grant, uma romancista e terapeuta de regressão que consegue captar psiquicamente suas vidas passadas e as vidas passadas de outras pessoas. Ela atribui sua capacidade ao desenvolvimento realizado na época do antigo Egito, quando participou de exercícios psicoespirituais e despertou sua sensibilidade. Além de Edgar Cayce e Joan Grant, muitos videntes e místicos podem revelar as vidas passadas de outras pessoas e trazer esclarecimento sobre o processo do nascimento e morte, assim como as leis envolvidas.

Autor: Hugo Lapa 

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Além do tempo


A mente condicionada, certamente, é incapaz de descobrir o que está além do tempo. Ou seja, senhores, a mente como a conhecemos é condicionada pelo passado. O passado, movimentando-se pelo presente para o futuro, condiciona a mente; e esta mente condicionada, estando em conflito, com problema, sendo medrosa, insegura, busca alguma coisa fora das fronteiras do tempo. É isso que todos fazemos de várias formas, não é? Mas como pode uma mente que é o resultado dotempo encontrar aquilo que é eterno? A morada de suas crenças, de suas propriedades, de seus apegos e das formas de pensar reconfortantes está sendo constantemente derrubada. Mas a mente continua buscando segurança, então há um conflito entre o que você quer e o que o processo da vida exige de você. É isso que está acontecendo com cada um de nós. Não sei se este problema interessa de fato a vocês. A existência diária, com todos os seus problemas, parece ser suficiente para a maioria de nós. Nossa única preocupação é encontrar uma resposta imediata para nossos vários problemas. Mas cedo ou tarde descobre-se que as respostas imediatas não são satisfatórias porque nenhum problema tem uma resposta apartada do problema em si. Mas se eu puder compreender o problema, todas as suas complexidades, então o problema não existe mais. - Krishnamurti, J. Krishnamurti, The Book of Life

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013


SEU CORPO SABE SE CURAR


Por Louise Hay
Publicado em 24 de maio de 2013

Se você deseja obter uma saúde melhor, há sem dúvida algumas coisas que não deve fazer: não se zangue com seu corpo nem se queixe dele por nenhum motivo. A raiva é uma afirmação poderosa que diz ao seu corpo que você o detesta ou detesta algumas partes dele. Suas células estão sempre atentas a cada um dos seus pensamentos.

Pense em seu corpo como um funcionário que trabalha ao máximo para manter você em perfeita saúde, independentemente de como você o trate.

Seu corpo sabe se curar. 

Se você lhe der alimentos e bebidas saudáveis, exercício, suficientes horas de sono e tiver pensamentos positivos, o trabalho será fácil. As células estarão trabalhando em uma atmosfera feliz e saudável.

Mas se você ficar diante da tevê, empanturrando-se de comida gordurosa e refrigerante, se não dormir o suficiente, se viver resmungando e se irritando o tempo todo, as células do seu corpo estarão trabalhando numa atmosfera desfavorável. Se este é o seu caso, não admira que seu corpo não seja tão saudável quanto você gostaria.

Você nunca criará uma boa saúde falando das suas doenças ou ocupando seu pensamento com elas. 

A boa saúde é resultado do amor e da admiração.

Você deve tratar seu corpo com o máximo de amor.

Fale com ele e o elogie de forma carinhosa.

Se uma parte do seu corpo está doente ou sente algum desconforto, trate-a com o cuidado que teria com uma criança adoentada. Diga-lhe o quanto a ama e que está fazendo o que pode para ajudá-la a se recuperar rapidamente. Se você estiver doente, não basta ir ao médico para que este lhe prescreva remédios. Seu corpo está lhe dizendo que você anda fazendo algo que o está prejudicando. É preciso aprender mais sobre saúde – quanto mais você souber, mais fácil será cuidar do seu corpo.

Não escolha se sentir uma vítima. 
Se fizer isso, estará abrindo mão do seu poder. 

Leia um dos muitos bons livros que ensinam como nos mantermos saudáveis ou vá a um nutricionista para montar uma dieta preparada especialmente para você. Mas, faça o que fizer, crie uma atmosfera mental saudável e feliz. Seja um participante ativo do seu próprio projeto de saúde.

Acredito que criamos cada uma das doenças do nosso corpo.

O corpo, assim como tudo o mais na vida, é um espelho dos nossos pensamentos e crenças. Ele está sempre falando conosco; para ouvi-lo, basta que dediquemos tempo e atenção. Toda célula do corpo reage a cada pensamento nosso e a cada palavra que dizemos.

Padrões contínuos de pensamento e fala produzem comportamentos corporais e estados de espírito, produzem saúde ou doença. Quem está permanentemente com uma expressão carrancuda não ficou assim por ter pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos das pessoas de mais idade mostram claramente quais foram os padrões de pensamento de uma vida inteira.

Aprenda a aceitar que sua vida não é uma série de eventos ao acaso e sim uma jornada de crescimento. Se você viver todos os dias com esta consciência, nunca envelhecerá, apenas continuará a se desenvolver.

Então mude seu modo de pensar agora e vá em frente!
Você está no mundo por um motivo importante e tudo de que precisa está ao seu alcance.

Você pode optar por ter pensamentos que criem uma atmosfera mental que contribua para a doença ou por ter pensamentos que criem uma atmosfera saudável tanto dentro de você quanto à sua volta.

LUZ!

http://www.luzdegaia.org/outros/diversos/corpo_sabe_curar.htm
Cuidados coma mediunidade
Dentro de sua ousadia, esses obsessores envolvem o médium dando-lhe “poderes” e sensações prazerosas em nível de terra. Atendem rapidamente as necessidades mais mundanas do médium e se apresentam como “solucionadores” de diversas questões. Mas ainda não é aí que começa a cobrança. O médium empolgado desvia-se ainda mais, começa a procurar lugares onde haja o mesmo tipo de afinidade vibratória, e tudo que estudou recebe outra conotação. Começa a atender pessoas em casa e a pedir, sugestionado pelos obsessores, os elementos que irão satisfazer as necessidades deles, e não vê nada de mal em cobrar também pelo trabalho que irá executar. Afinal tem que “salvar o santo”, “salvar o chão”, e salvar não sei mais o que.

A pessoa que foi pedir, poderá ou não receber a “graça”, ou seja, a solução tão desejada, mas certamente ela receberá algumas tantas companhias que turvarão ainda mais sua mente já tão conturbada e perturbada pela dor. Neste caso em especial, não receber a “graça” é que é a verdadeira graça, pois é sinal que a pessoa não está tão envolvida assim com a espiritualidade inferior.

O segundo aspecto desta questão é quando envolvem o sagrado nome da Umbanda nestes trabalhos. A Umbanda não se presta a este tipo de coisa. Quem assim o diz está desviado de seu caminho. A Umbanda trabalha justamente para combater o astral inferior e não compactua com obsessor, mas o orienta e doutrina, ao contrário também do que muitos pensam.

Neste embate a primeira linha que é utilizada pela Umbanda é a linha de Exu e Pomba Gira, porque são as entidades determinadas pelo Astral Superior para esse trabalho em função de suas características vibratórias, a sua enorme capacidade de manipulação energética e seu profundo conhecimento das armadilhas do astral inferior. Exu trabalha para ascender às hostes superiores, ou seja, para um dia vir a ser um Caboclo ou Preto Velho, portanto jamais irá se deixar seduzir por armadilhas que ele tão bem conhece. Além do mais, Exu trabalha sob as ordens de espíritos superiores que são os enviados de Orixá. Logo, por dedução simples e lógica não faz sentido a afirmação de que Exu faz tanto o mal quanto o bem, que não sabe diferenciar um do outro; isso significaria inocência, coisa que está longe de ser uma das características de Exu; além de significar que Exu seria um idiota, e não um espírito de luz, guardião e defensor.

Exu é passional? Sim, Exu é passional, mas não é bobo e muito menos violenta o livre arbítrio de ninguém, portanto Exu não bate, não exige oferenda especial nenhuma, utiliza sim os elementos quando oferendados, única e exclusivamente para manipular as energias volatilizadas para a consecução dos objetivos propostos pelo Astral Superior, e o mesmo não propõe que o Exu beba.

Umbanda Mitos e Realidades - Capítulo 11 – Algumas Mensagens Especiais - Iassan Ayporê Pery


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

PARA ONDE VAI UM SUICIDA? 
Cada espírito é uma história. Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas (região destinada a esgotamento de resíduos mentais); outros ainda, como conta no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que as vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações. Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra, afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc. QUANTO TEMPO OS SUICIDAS FICAM PRESOS AO CORPO FÍSICO? Não há previsão para o tempo que os suicidas ficam presos ao corpo vendo sua decomposição, vagando nas regiões umbralinas, prisioneiros de obsessores, etc. Isso varia de espírito para espírito. É o tempo que levam para harmonizar sua mente e entenderem o apoio que está sendo dado a ele. Pois, há grupos de socorro para os Espíritos que sofrem. No Vale dos Suicidas, por exemplo, o grupo de trabalhadores é chamado de: Legião dos Servos de Maria, pois o Vale é chefiado pelo grande Espírito de Maria de Nazaré. TODO SUICIDA VAI PARA O VALE DOS SUICIDAS? A médium Yvonne Pereira, em seu livro “Memórias de um Suicida”, fala do Vale dos Suicidas. Entretanto, há notícias de outros suicidas que não foram para o referido Vale. O próprio Camilo (personagem principal do livro) diz que não sabe como acontece os trabalhos de correção para suicidas nos demais núcleos ou colônias espirituais. COMO REENCARNA UM SUICIDA? Geralmente renascem com defeito ou deficiência no órgão afetado. E o resgate também não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, personagem do livro “Memórias de um suicida”, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem. Seria um teste para ele; Camilo, personagem principal do livro referido, tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente. É ERRADO MATAR-SE PARA ENCONTRAR COM O ENTE QUERIDO? Além de ser errado adiará ainda mais o reencontro com este ente querido. No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª parte, capítulo V, há um relato de uma mãe que suicidou-se logo após a desencarnação de seu filho. Sua intenção era acompanha-lo. Mas não aconteceu o esperado. É ERRADO MATAR-SE PARA SALVAR UMA VIDA? Sacrificar sua vida para salvar outra, só sem intenção de morrer. Exemplo: bombeiro. Suicídio, nunca! Portanto, deixemos claro que, só Deus tem o direito de retirar a vida. Deus não castiga o suicida, é o próprio suicida quem se castiga, através de sua consciência pesada. O tribunal do suicida (e de todos nós) é a sua própria consciência. Se o ato do suicida é covarde ou corajoso, não podemos precisar, porque há casos de loucura, onde o suicida, por estar em estado de demência, não pode avaliar o crime que está cometendo. No caso de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, diz Emmanuel, que ele não foi considerado como suicida, uma vez que evitou uma guerra civil com sua morte. Como vemos, cada caso é um caso. Por isso, aprendamos a não julgar pela aparência. Pois, não sabemos se já fomos ou estamos sendo suicidas indiretos, ou seja, aquele que se mata devagarzinho, todos os dias através de vícios, excesso alimentar, sexo desregrado, etc. Nossos sentidos são primários e não temos direito de julgar. Só há um juiz, perfeito e infalível: DEUS. Para nós cabe a caridade da prece à esses irmãos. KARDEC COMETEU SUICIDO? Devemos esclarecer aos que desconhecem sua biografia ou conhecem e tentam denegrir sua imagem que, Kardec não cometeu suicídio, ele desencarnou aos 64 anos, entre 11 e 12 horas no dia 31 de março 1869, devido ao rompimento de um aneurisma, cumprindo, e muito bem, sua missão. Infelizmente, recebemos notícias, quase que diariamente, sobre pessoas que cometeram suicídio. Porque o suicídio para o materialista, é visto como uma porta de saída para os problemas. Mas, para o espiritualista, ou seja, para quem acredita que a vida continua após a morte do corpo físico, o suicídio é porta de entrada para mais problemas, dores e aflições. Portanto, lembremos que Deus não nos dá um fardo cujo peso não aguentaremos. Tenhamos fé e esperança no futuro. NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Ética na Umbanda


A Umbanda foi anunciada no plano físico através do iluminado espírito que se nominou Caboclo das Sete Encruzilhadas, em 15 de novembro de 1908, em Neves, Niterói – RJ.

É fato!

A Umbanda é religião cristã e genuinamente brasileira. Usa vestimenta branca, símbolo de igualdade e cor de Oxalá, encerrando em si todas as demais cores representativas dos demais Orixás. Não cobra por caridade, não sacrifica animais em suas ritualísticas e evangeliza.

Isto é fato!

À par destes princípios sadios e básicos que norteiam a religião, muitas pessoas, desde o início do culto, sempre pugnaram pela elevação de nossa querida Umbanda nos mais diferentes aspectos. Dentre eles, o de cunho subjetivo (pessoal) sempre foi alvo das mais contundentes discussões.

Temas como moral, ética, conduta mediúnica etc., sempre foram objeto de polêmicas, onde cada um, de per si, tenta fazer ver aos outros que tal ou qual conduta é certa ou errada.

No entanto, por trás destas discussões comportamentais, existiam e existem duas forças antagônicas digladiando-se incessantemente: a força da moral, dos bons costumes, da ética, da espiritualidade superior, da verdade; e a força da subjugação, da mentira, da permissividade, da parcialidade, da imoralidade.

No Movimento Umbandista, como em outros segmentos religiosos, há uma pluralidade de idéias, de ideais, um heterogeneidade de interesses em relação à religião. Existem aqueles que apenas servem-se ou tentam servir-se da religião para seus próprios interesses. Não esclarecem nem difundem os sublimes ensinamentos e metas do astral superior; pregam ritualísticas sem base moral, sem fundamento; sustentam-se materialmente do que praticam; fazem dos terreiros de Umbanda seu ganha-pão diário, como se fosse uma empresa comercial; não discutem abertamente os problemas na religião, porque, se discutirem, colocarão sob avaliação suas condutas distorcidas e eivadas de máculas.

Outros mais corajosos e comprometidos com o aperfeiçoamento daqueles que militam na seara umbandista, estão sempre a comentar e orientar outros irmãos quanto aos fenômenos negativos que ora se apresentam, mostrando o caminho diante das mazelas emergentes. A ética, por exemplo, conjunto de princípios e deveres morais que o homem tem para com Deus e sociedade, é fator que deve preponderar em qualquer pessoa que queira ver a Umbanda fortalecer-se moralmente, intelectualmente. Para que tal progresso ocorra é preciso, inexoravelmente, trazermos à tona os focos destoantes de comportamento. A partir daí, veremos melhor quem são aqueles realmente comprometidos com as diretrizes de Oxalá. Visualizaremos também outros tantos que estão somente preocupados em sedimentar a obscuridade, a confusão, a permissividade.

Os verdadeiros umbandistas não temem discutir os aspectos subjetivos e materiais da religião, pois são sabedores que tal ação só melhorará a nossa religião, fazendo com que no futuro tenhamos um Movimento Umbandista melhor, mais moralizado, mais elevado, de melhores médiuns e assistentes.

Quanto àqueles que insistem em esconder os problemas na religião, fazem-no porque, ocultando os focos destoantes, estarão camuflando as aberrações ético-morais de si mesmos, contaminados que estão de condutas que os costumes, o caráter e a honestidade sempre repeliram e repelirão.
Para estes, só a misericórdia de Deus.

Saravá Umbanda !!!

sábado, 14 de dezembro de 2013


Uso Excessivo de Oferendas

Mas como e porque o uso excessivo de oferenda pode atrapalhar a evolução de um espírito e/ou de um médium?

Na realidade desestimulamos tudo que seja excessivo. No caso das oferendas, existem conseqüências de ambos os lados, material e espiritual.

Do lado material:

a) O custo dos elementos da oferenda (muitas pessoas chegam a deixar de comer, ou até mesmo, permitem que falte alguma coisa dentro de sua casa para comprar os elementos da oferenda).

b) Estímulo à barganha espiritual, ou seja, o ofertante acredita que oferendando alguma coisa poderá obter privilégios junto à espiritualidade.

c) Estímulo à preguiça espiritual no sentido da evolução, ou seja, o ofertante começa a acreditar que a oferenda substitui o seu empenho em melhorar enquanto pessoa, geralmente com a famosa frase: “Eu cuido do meu santo, já arriei minhas coisinhas”.

Do lado espiritual:

a) Pela pessoa somente se interligar com a espiritualidade através da oferenda, as entidades receptoras começam a pedir cada vez mais oferendas com o intuito de estarem sempre próximas da pessoa, pois sabemos que para que haja aproximação da entidade é necessário que haja sintonia de pensamentos e sentimentos. Quando fazemos uma oferenda, geralmente elevamos a nossa faixa vibracional e nos harmonizamos com a entidade. Isso faz com que comece a haver uma espécie de “vício” ou “ciclo vicioso”, onde entidade e pessoa começam a precisar da oferenda para se comunicarem.

b) Disso surgem pedidos cada vez mais freqüentes impedindo a evolução da pessoa e da entidade que começa a ver na oferenda a única forma de contato com a pessoa ofertante.

Oriento que a oferenda deva vir apenas como uma representação material de agradecimento e não de comunicação com as entidades, que basicamente e de maneira geral não precisam de oferenda. Quanto menos evoluída a entidade e mais apegado à matéria for o médium, mais ambos “precisarão” de oferendas.

Geralmente isso se faz por ocasião do dia do Orixá ou entidade em forma de homenagem, pois como disse o mentor, Pai Pery: “Amor, fé, estudo doutrinário e o desejo de fazer caridade desinteressada em retribuição, ofertadas com resignação e humildade”, assim nos dispomos a ser médiuns. E se dispor a ser médium não significa apenas entrar para a corrente de um terreiro e dar incorporação. Mas se colocar a disposição, a serviço da caridade. E sabemos muito bem que não há necessidade da incorporação para que isso ocorra, assim como sabemos também que arriar oferenda não é “cuidar do santo”.

Com tudo isso exposto, esclareço que o uso da oferenda como elemento de atração, religação ou ponto de fixação dependerá da orientação de cada dirigente umbandista.

Havendo a real necessidade, a oferenda deve ser feita em locais determinados, normalmente junto à natureza ou reinos apropriados. Lembrando sempre de deixar o local limpo como foi encontrado.

Nós umbandistas amamos a natureza e as suas energias, como podemos sujar os locais sagrados para nós? É no mínimo incoerente. E uma coisa que o umbandista não pode ser é incoerente.

Fonte: Livro: Umbanda - Mitos e Realidade